"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

Voinho, neta e bisnetas

Aprendendo com o Voinho

Aprendendo com o Voinho
by Mara Bombo

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Conhecendo os Vulcões

CONHECENDO OS VULCÕES
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Pode-se definir vulcão como uma abertura na crosta terrestre através da qual ocorrem erupções de gases, cinzas e lava, sob temperaturas elevadas. A saída do material é feita por um conduto, chamado chaminé, cuja parte superior tem, em geral, a forma de um funil, chamado cratera; e que geralmente se apresenta guarnecida por um cone, chamado cone vulcânico.
O material expelido pelos vulcões consiste principalmente de gases, mas também de grande quantidade de magma sob a forma de lava e, às vezes, também de material sólido formado de cinzas e, eventualmente, de fragmentos de rochas.
Cerca de 450 vulcões entraram em erupção nos últimos tempos, sendo considerados ativos ou intermitentes; enquanto os vulcões extintos atingem vários milhares. Há vulcões em constante atividade, como o Strômboli, na Itália; porém, na maioria dos casos, um período curto de atividade é seguido por outro longo de repouso.
Os vulcões podem ser classificados em: explosivos, intermediários e quietos. No tipo explosivo, o material expelido consiste de gases misturados com cinzas, geralmente sem lava. O tipo quieto lança exclusivamente lava. O tipo intermediário, que inclui a maioria dos vulcões, apresenta características dos outros dois tipos.
Exemplo de vulcão explosivo é o Krakatoa, localizado numa pequena ilha entre Sumatra e Java. Os vulcões das ilhas Hawaí, na Oceania, são do tipo quieto; e o Strômboli é um exemplo de vulcão intermediário.
O Vesúvio, situado perto da costa da Baía de Nápoles ( Itália ), é o vulcão mais conhecido. No ano 79 da nossa era, entrou em violenta explosão que sepultou a cidade de Pompéia.
No Brasil não ocorrem vulcões ativos, mas existem muitos indícios de atividade vulcânica no passado.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Plantas Carnívoras

(drosera)


CONHECENDO AS PLANTAS CARNÍVORAS
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Normalmente, as plantas servem de alimento para muitos animais, principalmente os herbívoros. Entretanto, algumas plantas invertem essa regra do jogo ecológico e devoram pequenos animais, principalmente insetos ( larvas e adultos ), sendo por isso chamadas plantas carnívoras ou insetívoras. Elas possuem folhas modificadas, isto é, transformadas em armadilhas para capturar insetos e outros pequenos animais; também segregam enzimas que digerem os animais capturados.
A maioria dessas plantas crescem nos pântanos, e algumas em solos pobres em nutrientes minerais. As principais plantas carnívoras são as seguintes:
1. Drósera. Planta herbácea comum nos terrenos pantanosos, com ampla distribuição
mundial. Possuem folhas redondas providas de longos pêlos pegajosos, aos quais ficam presos os insetos que nela pousam; e em seguida, são digeridos.
2. Nepenthes. Gênero de plantas trepadeiras e epífitas, que ocorrem nas matas, cujas folhas se modificaram formando urnas pendentes e cheias de água, nas quais os insetos são aprisionados e digeridos.
3. Dionéia. É uma planta herbácea cujas folhas são dobradas em duas lâminas com bordos denteados. Quando um inseto pousa sobre uma das lâminas, a folha se fecha subitamente e os bordos denteados se entrelaçam, aprisionando o pequeno animal que é digerido. Dias após, a folha volta a se abrir.
4. Utriculária. É uma planta herbácea aquática, cujos caules submersos possuem folhas profundamente modificadas, formando urnas ou ascídeas que têm na parte superior uma abertura com alçapão coberto de pêlos. Ao contato com um inseto, o alçapão se abre e o animalzinho cai no interior da urna. A seguir o alçapão se fecha e a presa é digerida.
Êta plantinhas danadas!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

ARANHAS


CONHECENDO AS ARANHAS
Geraldo Victorino de França (Voinho)

As aranhas são Artrópodes ( pés articulados ), apresentando o corpo dividido em cefalotórax e abdome, sendo conhecidas mais de 20.000 espécies. Têm um par de quelíceras, um par de pedipalpos e quatro pares de patas. O abdome possui glândulas elaboradoras do fio elástico e resistente, com o qual tecem teias que capturam pequenos animais para a sua alimentação, principalmente pequenos insetos, que matam com as quelíceras. Estas, que substituem as mandíbulas, funcionam como agulhas hipodérmicas, por terem a ponta dura e afiada, na qual desembocam as glândulas produtoras de veneno, localizadas no cefalotórax.
Muitas aranhas devoram os machos, após a fecundação. Há várias espécies cuja picada pode causar dores fortes e paralisantes nas mãos, pernas ou outras regiões do corpo humano. Entre as espécies perigosas podem ser citadas: armadeira, tarântula, caranguejeira, viúva-negra, etc. O Instituto Butantã fabrica soros específicos contra as picadas de aranhas.

domingo, 27 de junho de 2010

QUEIMADAS

CONHECENDO OS TIPOS E EFEITOS DE QUEIMADAS
Geraldo Victorino de França (Voinho)

O uso do fogo como prática agrícola é tão antigo como a própria agricultura. Existem vários tipos de queimadas, a saber:
a) Queimada após a derrubada da mata. É feita uma única vez, para desimpedir o terreno. Além disso, a ação do fogo libera os nutrientes minerais contidos na biomassa, tornando-os disponíveis à absorção pelas raízes.
b) Queimada anual dos restos de culturas. Neste caso, a prática não se justifica, pois tais resíduos podem ser enterrados pelas operações de preparo do solo, deixados em cobertura sobre a superfície o solo ou enleirados acompanhando as curvas de nível (para evitar a erosão ).
c) Na cultura do algodoeiro, os restos devem ser arrancados e queimados, medida obrigatória por lei para o controle de pragas.
d) Queima da cana em pé, antes do corte. É prática generalizada nas lavouras canavieiras, mais como uma exigência da mão-de-obra, porque aumenta o rendimento de corte manual (praticamente o dobro daquele do corte da cana se queimar). Todavia, lei recentemente aprovada proíbe esse tipo de queimada, estabelecendo prazos para a sua completa eliminação.
e) Queimada anual das sobras de capim (macega). É prática usual, principalmente nas pastagens naturais ( cerrados e campos ), a fim de eliminar a macega não-palatável e estimular o crescimento de novos brotos. Esse tipo de queimada é um processo rápido e, por isso, admite-se que seja menos prejudicial que a queima anual dos restos de culturas. No entanto, deve-se procurar evitá-la mediante um manejo adequado, que inclui a divisão das pastagens e a rotação do pastejo.
Quando a queima ocorre fora de controle, é denominada incêndio, sendo mais frequentes os incêndios florestais.
O fogo tem sido usado pelo homem desde os primórdios, na abertura e limpeza de áreas com vegetação natural ou restos de culturas, preparando o terreno para a construção de moradias ou instalação de culturas e pastagens. O processo de queima da vegetação segue o sentido inverso da fotossíntese: enquanto esta se caracteriza pela construção de cadeias de compostos orgânicos, o fogo provoca a sua destruição, transformando-as em cinzas.
Há muita controvérsia sobre os efeitos das queimadas. Os partidários dessa prática, principalmente os agricultores, apontam as seguintes vantagens:
a) meio mais fácil e econômico de conseguir, após a derrubada da mata, a limpeza do terreno para a instalação de culturas.
b) processo rápido e econômico de eliminar as sobras de capim e estimular a brotação nas pastagens.
c) modo de facilitar as operações de preparo anual do solo.
d) medida profilática de controle de pragas (caso do algodoeiro ).
e) meio de simplificar a colheita manual da cana-de-açúcar.
f) liberação de nutrientes minerais ( fósforo, potássio, cálcio, magnésio, etc. ) que estavam imobilizados na biomassa e passam às cinzas que, assim, têm ação fertilizante.
Os que são contrários à tal prática, principalmente os técnicos, apontam as seguintes desvantagens:
a) destruição da matéria orgânica, de grande importância para a fertilidade do solo.
b) perda de nitrogênio e enxofre, por volatilização.
c) redução do número de pequenos animais, inclusive microorganismos.
d) degradação da estrutura do solo, provocando a diminuição da aeração, permeabilidade e resistência à erosão.
e) aumento do deflúvio ( enxurrada ) e das perdas por erosão.
f) redução da produtividade das culturas e das pastagens.
g) poluição do ambiente pela emissão de fuligem e gases tóxicos.
h) risco de fugir do controle e se transformar em incêndio.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Animais pré-históricos

CONHECENDO OS ANIMAIS PRÉ-HISTÓRICOS
Geraldo Victorino de França (Voinho)

É grande o número de animais que existiram sobre a superfície terrestre ou no mar e depois desapareceram. Porém, a sua existência é comprovada pelos fósseis que deixaram.
Os geólogos dividem a história da erra em dois grandes períodos, de duração desigual e denominados "eons " : a) Eon Criptozóico ( do grego " vida oculta " ); b) Eon Fanerozóico (do grego " vida visível " ).
O Eon Criptozóico abrange o longo período que vai desde os primórdios até cerca de 600 milhões de anos atrás, ou seja, durou aproximadamente 3 bilhões de anos. Já o Eon Fanerozóico tem duração bem menor, pois iniciou-se há 600 milhões de anos, estendendo-se até hoje.
As rochas criptozóicas - granitos, gnaisses e xistos - revelam poucos fósseis desse longo período. Os animais eram predominantemente aquáticos e poucos deles possuíam partes duras, como carcaças, conchas e ossos que pudessem ser fossilizadas. Porém, os poucos vestígios encontrados permitem admitir que a vida surgiu no mar.
O Eon Fenerozóico é subdividido em três eras: a) Paleozóico ( do grego " vida antiga " ); b) Mesozóico ( do grego " vida intermediária " ); c) Cenozóico ( do grego " vida recente " ).
Assim como o eon antigo foi muito mais longo do que o mais recente, as três eras apresentam durações diferentes. A era Paleozóica teve a duração de 370 milhões de anos; a era Mesozóica durou apenas 167 milhões de anos ; e a era Cenozóica iniciou-se apenas há 63 milhões de anos.
Dentre os animais do início da era Paleozóica, destacam-se os trilobitas - artrópodes primitivos; em seguida apareceram moluscos cefalópodes (amonites), corais e os primeiros peixes, anfíbios e répteis.
Na era Mesozóica surgiram os dinossauros - grandes répteis que passaram a dominar, tanto na terra como no mar; surgiram também as primeiras aves ( arqueópterix ).
A maioria dos dinossauros eram herbívoros, como o diplodoco, o brontossauro e o estegossauro. Porém, alguns eram carnívoros vorazes, como o ictiossauro, o alossauro e o tiranossauro. Passados 100 milhões de anos, extinguiram-se os dinossauros e multiplicaram-se os pequenos mamíferos primitivos. A seguir, surgiram os mamíferos de porte maior, entre eles os macacos antropóides. Finalmente, surgiu o homem primitivo (pitecântropo ).
A era Cenozóica caracteriza-se pelo grande desenvolvimento dos mamíferos e do homem. Dentre os mamíferos extintos, destacam-se o mamute e o tigre-de-dentes-de-sabre.

e

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Hoje é Dia de São João!

As "caipirinhas" Mariana, Talita e Ana Clara

quarta-feira, 23 de junho de 2010

As Cidades mais Populosas do Mundo

(Tokio - Japão)

CONHECENDO AS CIDADES MAIS POPULOSAS DO MUNDO

De acordo com a " Enciclopédia Compacta de Conhecimentos Gerais " - Guinness, 1.993, as cidades mais populosas do mundo são as seguintes:

Cidade ( país ) População

1. Tóquio (Japão ) 25.000.000
2. Nova York (EUA ) 18.100.000
3. São Paulo (Brasil ) 16.830.000
4. Cidade do México (México) 15.050.000
5. Los Angeles ( EUA ) 14.530.000
6. Xangai (China ) 13.340.000
7.Bombaim (Índia ) 12.590.000
8. Cairo (Egito ) 12.290.000
9. Buenos Aires (Argentina ) 11.380.000
10. Rio de Janeiro (Brasil ) 11.140.000
11. Calcutá ( Índia ) 11.020.000
12. Pequim ( China ) 10.820.000

terça-feira, 22 de junho de 2010

Conhecendo os Ecossistemas Terrestres

CONHECENDO OS ECOSSISTEMAS TERRESTRES
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Denomina-se ecossistema uma comunidade de organismos ( componente biótico ) que interagem tanto entre si como com o meio não-vivo ( componente abiótico ou físico ) em que vivem. Existe grande diversidade de ecossistemas que, basicamente, podem ser divididos em dois grupos: a) terrestres; b) aquáticos, sub-divididos em: b1) marinhos; b2) de água doce.
Os ecossistemas terrestres caracterizam-se por combinações peculiares de clima,
solo, flora e fauna. Os principais ecossistemas terrestres são: a) floresta tropical; b) floresta
temperada; c) savana; d) estepe; e) deserto; f) taiga; g) tundra.
1. Floresta tropical. Ocorre em regiões de clima quente e úmido, como na Amazônia, na bacia do rio Congo ( na África ) e no sudeste da Ásia. Ocupa cêrca de 20% da superfí-cie terrestre e contém mais de 1,5 milhões de espécies vegetais e animais. A flora é muito rica em árvores de folhas perenes, formando dois ou três andares. Também são abundantes as lianas ou cipós e as plantas epífitas ( orquídeas, filodendros, etc.). São mais frequentes os animais arborícolas, como macacos, preguiça, papagaio, etc. e mais raros os que se locomovem no solo, como anta, tatu, jibóia, etc.
2. Floresta temperada.Ocorre em regiões de clima com estação fria pronunciada, ocupando grande parte da América do Norte, da Europa e da Ásia. Atualmente, encontra-se já
bastante devastada, principalmente na Europa. Nela predominam as árvores de folhas caducas, como o carvalho e a faia. Eram frequentes os pequenos animais, como esquilo, castor, doninha, etc., bem como urso, lobo, veado, etc.
3. Savana.Ocorre em regiões úmidas com estação seca prolongada, como na África Central e no Brasil Central, onde é chamada de " cerrado ". Trata-se de campo com predominância de gramíneas, à quais se juntam algumas espécies arbóreas e arbustivas, como baobá e acácias na África e oschamados " paus tortos " no Brasil - barbatimão, pequi, pau-santo,
etc.


A fauna da savana é rica em animais herbívoros, principalmente na África, onde se encontram: girafa, zebra, gnu, impala, etc., seguidos por seus predadores - leão, tigre, hiena, etc,
Também são frequentes as aves corredoras, como avestruz e ema.
4. Estepe. Nome dado a uma formação herbácea descontínua que ocorre em regiões cujo clima tem um período de sêca prolongada, como no sul da Rússia. Inclui as pradarias
da América do Norte e a caatinga do Nordeste do Brasil. Além das gramíneas, a sua flora inclui
várias plantas xerófitas; e a fauna, animais como cão-da-estepe, hamster, bisão, antílope, cobras, lagartos, etc.
5.Deserto.Ecossistem que recobre cerca de um terço da superfície terrestre, destacando-se o deserto do Saara, no norte da África, o deserto de Gobi, na Ásia Central e o deserto do Colorado, na América do Norte. Devido à baixa precipitação, a vegetação é escassa, compreendendo essencialmente: a) plantas xerófitas, adaptadas á sêca, como os cáctos; b) plantas anuais chamadas efemerófitas, isto é, de ciclo muito curto, capazes de se desenvolver em poucas semanas, por ocasião das raras chuvas. Os animais do deserto são princpalmente répteis
( cobras e lagartos ), roedores de atividade noturna, feneco, chacal, camelo, dromedário, etc.
6. Taiga.è uma floresta de coníferas, localzada nas regiões mais frias da zona
temperada, como no norte da América, da Europa e da Ásia. As plantas são geralmente de folhas aciculadas ( estreitas ), como pinheiro, lariço, abeto, etc. É habitada por veado, alce, urso,
lobo e diversas aves.
7. Tundra.Ecossistema típico da região polar norte, constituido por um tapete de
musgos e líquens e alguns arbustos anões, como a bétula. No subsolo existe uma camada per-
manentemente congelada, chamada " permafrost ". A fauna é pobre e adaptada ao frio: boi
almiscarado, rena, urso polar, perdiz das neves, coruja das neves, etc.

domingo, 20 de junho de 2010

Dupla Vitória!!!!

Vitória da seleção brasileira e vitória desta gatinha abandonada que foi adotada!

Agora ela vai ter um lar e muito carinho!

sábado, 19 de junho de 2010

As Florestas Naturais

CONHECENDO AS FLORESTAS NATURAIS
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Floresta é uma associação vegetal complexa, com predominância de árvores, ocupando grande extensão territorial. É um ecossistema no qual vivem, em equilíbrio, árvores, arbustos, ervas epífitas e animais silvestres. São encontradas em várias partes do mundo, porém não existem florestas nas regiões muito frias ou secas.
Em escala mundial, existem três tipos de florestas:a) floresta tropical;b) floresta subtropical; c) floresta temperada.
1. Floresta tropical.É a de maior biodiversidade , praticamente distribuida entre os trópicos de Cancer e de Capricórnio. Apresenta três ou mais andares: a) o das árvores muito altas ( da ordem de 40 - 50 metros de altura ); b) o das árvores altas ( 20 - 30 metros ); c) o das árvores baixas e arbustos ( menos de 20 m ). Ocupam as áreas onde a precipitação pluviométrica é superior a 1.500 mm e a estação seca é inferior a três meses. Predominam as espécies latifoliadas ( folhas largas ) e perenifólias ( folhas perenes ). Encontra-se na Amazônia, na bacia do Congo , no sudeste da Ásia, etc.
2. Floresta subtropical. É a floresta das regiões temperdas e de transição tropical/temperada, com predominância de carvalhos, abetos e faias, como na Europa ocidental. No brasil, pode-se citar a Mata de Araucária da região Sul, ocupada principalmente
pelos pinheiros- do-Paraná e, secundariamente, por imbuia e erva-mate.
3. Floresta temperada. É formada principalmente por Coníferas, sendo encontrada na Rússia e na Sibéria, onde é chamada " taiga ", e também no Canadá.
As florestas vêm sendo exploradas intensivamente, para a produção de madeira para serraria e para fabricação de papel.
A importância das florestas reside não só na produção de madeira e outros produtos florestais, mas também no equilíbrio ecológico - abrigo da vida silvestre e conservação do solo e da água.
Esforços vêm sendo realizados visando o reflorestamento, ou seja, o plantio de florestas artificiais com finalidades comerciais.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Copa do Mundo 2010 - Apelido das Seleções

País ---------------Apelido

1. África do Sul ....................... Bafana, bafana ( Meninos, meninos )
2. Alemanha ............................ Mannaschaft ( Equipe )
3. Argélia ................................. Fenecos ( Zorrosdo Deserto )
4. Argentina ............................ Alviceleste
5. Brasil ................................... Canarinhos
6. Camarões .......................... Leões Indomáveis
7. Coréia do Sul ..................... Tigres Asiáticos
8. Costa do Marfim ................ Elefantes
9. Espanha ............................. Fúria
10. França .............................. Les Blues ( Os Azuis )
11. Gana ................................. Estrelas Negras
12. Holanda ............................ Laranja Mecânica
13. Itália .................................. Azzurra ( Os Azuis )
14. Japão ............................... Os Samurais Azuis
15. Uruguai ............................ Celeste Olímpica
16. Nigéria ............................. Super Águias

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Qual a média de vida dos animais?

CONHECENDO O TEMPO MÉDIO DE VIDA DOS ANIMAIS
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Arara: 63 anos Girafa: 15 anos
Avestruz: 50 anos Golfinho: 65 anos
Baleia-azul:25 anos Gorila: 20 anos
Burro: 12 anos Hiena: 25 anos
Cachorro: 12 anos Hipopótamo: 40 anos
Camelo: 50 anos Jegue: 18 anos
Canguru: 7 anos Leão: 20 anos
Carneiro: 12 anos Mosca-de-fruta: 14 dias
Cavalo: 30 anos Papagaio: 80 anos
Chimpanzé: 20 anos Pica-pau: 15 anos
Coelho: 12 anos Pinguim: 30 anos
Coruja: 20 anos Porco: 10 anos
Crocodilo: 50 anos Rato: 2 anos
Dromedário: 35 anos Rinoceronte: 70 anos
Elefante africano:60anos Tamanduá: 20 anos
Elefante asiático:78 anos Tartaruga: 100 anos
Esquilo: 11 anos Tigre: 25 anos
Galinha: 7 anos Urso: 20 anos
Gambá: 4 anos Vaca: 15 anos
Gato: 15 anos Zebra: 20 anos

terça-feira, 15 de junho de 2010

Torcida!!! Avante Brasil!!!!!

Brasil!!! Hexa!!!

Se depender da torcida, Brasil será hexa!

Goool!!!




segunda-feira, 14 de junho de 2010

Animais com Tentáculos

CONHECENDO OS ANIMAIS COM TENTÁCULOS
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Dá-se o nome de tentáculos aos apêndices móveis e inarticulados, aos pares, de um organismo animal, destinados principalmente à captura de presas; mas que funcionam também
como órgãos de tato, de fixação ou de locomoção.
A tromba do elefante não é um tentáculo, porque é ímpar; os chifres do caracol não são tentáculos porque não capturam presas; as patas preensoras do louva-deus não são tentácu-
los porque são articuladas e têm partes duras.
Os animais que têm tentáculos são os moluscos cefalópodes e os celenterados.
Os moluscos cefalópodes podem ter 8 ou 10 tentáculos, providos de ventosas. Subdividem-se em: a) decápodes , com 10 tentáculos; como a siba e a lula; b) octópodes, com 8 tentáculos, como o polvo.
Os celenterados são animais marinhos, de simetria radial, representados pelos pólipos, medusas e anêmonas-do-mar.

domingo, 13 de junho de 2010

As patas dos animais


CONHECENDO AS PATAS DOS ANIMAIS
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Dá-se o nome de patas aos apêndices pares dos animais, ventrais ou laterais, que servem para apoio do corpo e para a locomoção terrestre. Tende-se a denominar " patas " apenas os apêndices rígidos e articulados; daí surgindo o emprego de outros termos, como patas falsas para as ventosas abdominais das lagartas e tentáculos para para os braços dos polvos e lulas. Assim compreendidas, as patas são encontradas em apenas dois filos ( ou ramos): vertebrados e artrópodes.
Nos Artrópodes ( aranhas, escorpiões, insetos, etc. ) existe um par de patas por anel; os miriápodes ( centopéias ) têm patas quase todas iguais, em número elevado e variavel. As patas dianteiras, porém, se modificaram para formar apêndices especializados, como antenas e peças bucais, enquanto as patas abdominais se reduziram ( crustáceows ) ou desapareceram ( insetos, aracnídeos ). Assim, é o meio do corpo ( tórax ) que permanece portador das patas ambulatórias ou preênseis, em número restrito e constante para cada grupo: cinco pares nos crustáceos decápodes, quatro pares nos aracnídeos, três pares nos insetos.
Nos Vertebrados, a transformação das patas dianteiras em asas ocorre nas aves e nos morcegos. As patas traseiras permanecem ambulatórias ou saltadoras. Compreendem segmentos articulados: coxa, perna e pé.
Nos quadrúpedes ( mamíferos que têm quatro patas ), as patas dianteiras são muito semelhantes às traseiras. Alkgumas espécies possuem patas com garras, como os felinos ( gato, tigre, leão, etc. ). Outras possuem patas com cascos, com o boi, cavalo, elefante, etc.

sábado, 12 de junho de 2010

Aves que não Voam


CONHECENDO AS AVES QUE NÃO VOAM

Geraldo Victorino de França (Voinho)

Existem várias aves que não conseguem voar. Suas asas são demasiado pequenas em relação ao corpo, e não conseguem levantá-lo do solo. O grupo mais importante é constituido pelas ratitas ou aves que não têm quilha no esterno. Esse grupo inclui os avestruzes do Velho Mundo, os casuares da Austrália e os quiwis da Nova Zelandia. Podem ser citados também as emas, perdizes, nhambus, jaós e macucos, encontrados no Brasil. São aves que têm asas diminutas ou atrofiadas.
Os pinguins também não voam, mas porque suas asas transformaram-se em nadadeiras.
Em geral, as aves incapacitadas de voar sabem lutar em terra contra seus inimigos. Algumas, chamadas aves corredoras, são capazes de correr com velocidade suficiente para fugir de seus redadores. O avestruz, por exemplo, chega a atingir a velocidade de 65 km/h.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

O Equilíbrio da Natureza

CONHECENDO O EQUILÍBRIO DA NATUREZA
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Grupos de plantas e de animais vivem juntos em vários ambientes terrestres ou aquáticos possuindo condições diferentes. O número e as espécies de seres vivos, em cada lugar, tendem a permanecer aproximadamente constantes. A esse fato dá-se o nome de equilíbrio da natureza.
Chama-se comunidade um grupo de plantas e de animais que vivem juntos. As condições naturais que caracterizam determinada área habitada por uma comunidade recebem o nome de habitat. Numa comunidade, toda espécie de planta ou de animal depende de outras espécies.
Diversos fatores controlam o equilíbrio da natureza:
a) clima, determinado pelas temperaturas e chuvas durante o ano;
b) topografia do terreno - as espécies de plantas e de animais que vivem no topo de uma montanha são diferentes das espécies que se desenvolvem no vale;
c) tipo de solo;
d) vegetação dominante - as comunidades de uma floresta são diferentes das de um cerrado;
e) força destruidoras exteriores, que tais como contribuem para perturbar o equilíbrio da natureza, tais como: erosão, fogo, pragas, parasitas, ação do homem, etc.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Curiosidades Históricas

CURIOSIDADES HISTÓRICAS - 13
Geraldo Victorino de França (Voinho)

a) Os hunos, antigo povo das estepes russas, responsaveis também pela conquista de Roma, tinham hábitos estranhos: eram nômades, isto é, não tinham moradia fixa e quase nunca desciam dos cavalos. Ficavam praticamente 15 a 20 horas por dia sobre o dorso dos animais.
Ali faziam quase tudo: comiam, aqueciam sua comida, colocada em sacos de borracha entre as pernas, para que, com o atrito e o calor dos corpos, permanecesse sempre morna. Os hunos chegavam até mesmo a dormir sobre o lombo dos cavalos; faziam reuniões e discutiam seus planos, sem descer dos cavalos.
b) Provindo da cultura védica, na Índia estabeleceu-se um sistema de castas, rígido e às vezes desumano. O próprio budismo veio a ser contra esse regime separatista. Os brâmanes, sacerdotes arianos e védicos, deixaram estabelecida a seguinte divisão de classes: brâmanes, guerreiros; comerciantes e agricultores; artesãos, sâmanas e párias.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A Lenda de Atlântida

CONHECENDO A LENDA DE ATLÂNTIDA
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Atlântida é o nome de uma grande ilha lendária, localizada no Oceano Atlântico, próxima às colunas de Hércules ( estreito de Gibraltar ), narrada nos textos de Platão - Timeus e Cristias. Segundo esses textos, a Atlântida foi criada por Poseidon, deus dos mares, para sua amante Clito, que residia na montanha central da ilha.
A Atlântida era rica em vários materiais, incluindo ouro, prata e orichalco - um metal especial que possuia o brilho do fogo.
Nessa ilha, os atlantes construiram fortificações, pontes e vales muito bonitos, mas para Zeus, o pai de todos os deuses da mitologia grega, tornaram-se orgulhosos demais e foram castigados por terremotos e inundações que afundaram a ilha.
Pesquisas por geólogos não revelaram nenhum indício da existência dessa ilha.
Atlântida é também a designação geológica para um continente hipotético que deveria ter existido em época remota, na região do Oceano Atlântico atual e que desapareceu devido a um cataclisma ocasionado por fatores desconhecidos. Os geólogos modernos descartam essa hipótese.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Animais Anfíbios

CONHECENDO OS ANIMAIS ANFÍBIOS
Geraldo Victorino de França (Voinho)

A palavra anfíbio ( do grego " amphi= duas; e " bios " = vida ) geralmente é usada com
dois significados diferentes: a) animal que vive tanto na água como na terra ou que vive na zona
limítrofe entre esses dois meios; b) classe de animais vertebrados que vivem parte da sua vida
na água e parte na terra, e que põem ovos que são fertilizados na água.
De acordo com o primeiro conceito, são anfíbios : hipopótamo, foca, golfinho, pato, pin-
guim, jacaré, crocodilo, etc.
De acordo com o segundo conceito, os Anfíbios constituem uma classe do reino animal
que compreende cerca de 4.000 espécies, distribuidas em três subclasses: a) Ápodes - sem
patas, exemplificados pelas cecílias ou cobras-cegas; b) Urodelos - com cabeça, tronco e caudas distintos, compreendendo salamandras, tritões, etc.; c) Anuros ou Batráquios - com cabeça etronco fundidos, sem cauda, como sapos, rãs e pererecas.
Embora os Anfíbios adultos vivam em ambiente terrestre, na época da reprodução voltam à água e nela realizam a postura e a fecundação dos ovos, seguidas pelo desenvolvimento
das larvas ou girinos. Estes possuem um par de brânquias, que mais tarde são substituidas por
pulmões. Assim, passam a primeira parte da vida na água e depois passam a viver em terra.
A pele tem especial importância para os Anfíbios, uma vez que funcionam como uma superfície respiratória e precisa ser mantida úmida. Os pulmões, presentes na maioria porém não em todos os Anfíbios, têm uma estrutura simples, em forma de um saco que se liga com a cavidade oral por meio de um tubo.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

A Lenda de Sobek

CONHECENDO A LENDA DE SOBEK
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Sobek é uma divindade da mitologia egípcia, o deus-crocodilo do rio Nilo, ligado ao deus-sol Rá. Simbolizava o poder dos faraós egípcios, sendo descrito como um homem com cabeça de crocodilo, carregando uma coroa com o disco solar.
Os crocodilos do rio Nilo eram considerados manifestações do deus Sobek na Terra.Por isso, exemplares desses animais eram enfeitados com jóias, tratados regiamente e cultuados pelos antigos egípcios. Após a morte, eram mumificados e sepultados em lugares apropriados.
O lago Maeris, situado próximo do rio Nilo, era considerado a morada de Sobek na Terra. Em suas cercanias erguia-se uma cidade que, pelo intenso convívio religioso dos seus habitantes com os crocodilos, chegou a ser conhecida como Crocodilópolis.
Curiosamente, hoje esse animal está quase estinto no rio Nilo.

domingo, 6 de junho de 2010

A Lenda de Narciso

CONHECENDO A LENDA DE NARCISO
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Narciso é personagem da mitologia grega, célebre por sua beleza.
Segundo a versão mais difundida, Narciso era filho da ninfa Liriope e de Cefisso, rio da Escócia. Por ele se apaixonou a ninfa Eco que, todavia, jamais conseguiu o seu amor.
O advinho Tiréas havia vaticinado que, se ele mirasse a própria imagem, fatalmente morreria. E foi o que aconteceu. Certa vez, peregrinando pela floresta, Narciso aproximou-se de uma fonte e, desejando beber, viu a sua formosa imagem refletida na água. Irresistivelmente seduzido por sua beleza, permaneceu contemplando-a até morrer de fome. Compadecidos, os deuses fizeram brotar raízes do seu corpo, transformando-o na planta florífera que leva o seu nome ( narciso ). Cumpriu-se, assim, a profecia de Tiréas.
Na literatura, a figura de Narciso simboliza o enamorado de si mesmo, o vaidoso, convencido de suas qualidades e virtudes. Este é, aliás, o significado de " narcisismo " .
A flor conhecida pelo nome de narciso pertence à família Amarilidáceas. Dela existem várias epécies, sendo as mais populares o chamado " narciso-dos-poetas " e o junquilho, famoso por seu perfume.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Meio Ambiente

AMEAÇAS AO MEIO AMBIENTE
Geraldo Victorino de França (Voinho)

No final do século XX os cientistas chegaram à conclusão da fragilidade dos ambientes, tanto terrestres como aquáticos, ameaçados pela poluição e pelo aquecimento global.
As florestas tropicais, que fornecem a maior parte do oxigênio necessário à respiração dos seres vivos, estão sendo derrubadas, principalmente na África, na América do Sul e no Sudeste da Ásia. A camada de ozônio que nos protegia contra as radiações nocivas, como os raios ultra-violeta, está ficando cada vez menor.
Os problemas ambientais têm origem no mau uso do solo e no aumento da industrialização. A erosão do solo e a mineração a céu aberto deixaram cicatrizes na área rural. Na zona urbana, as cidades foram crescendo e as fábricas e veículos foram se multiplicando, liberando substâncias tóxicas no ar. Com a tendência de outros países também se desenvolverem, aumentando a industrialização, a poluição poderá levar a Terra a uma catástrofe ecológica.
A poluição do ar é causada por várias fontes: a) motores de combustão interna, que produzem dióxido de carbono, hidrocarbonetos e óxidos de nitrogênio; b) usinas elétricas movidas a carvão e outros processos industriais que liberam óxidos de enxofre e nitrogênio que, combinados à umidade atmosférica, produzem os ácidos sulfúrico e nítrico, ocasionando as chamadas "chuvas ácidas", que causam sérios danos às plantas e aos animais; c) queimadas anuais de restos de culturas e sobras de capim das pastagens, que produzem fuligem e gases tóxicos.
A poluição da água é provocada por resíduos industriais e domésticos, bem como vazamentos de navios e tubulações, causando sérios danos às várias formas de vida aquática.
A poluição do solo é causada principalmente pelo uso de agrotóxicos ou defensivos agrícolas - inseticidas, fungicidas, herbicidas, etc.
Em conseqüência da emissão de gases na atmosfera, ocorre o chamado "efeito estufa", que provoca o aquecimento global - processo lento e gradual. As temperaturas médias da Terra aumentaram cerca de 0,5 graus centígrados no último século. Os cientistas prevêem que se o clima continuar a se tornar mais quente, as geleiras das calotas polares tendem a derreter-se e a liberar mais água para os oceanos, elevando o nível dos mares. A projeção para o futuro é preocupante, podendo ocorrer o desaparecimento das ilhas baixas e a inundação de cidades litorâneas, como Veneza, Rio de Janeiro, Santos, Nova York e outras.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Saudade...

Hoje, 3 de junho, aniversário natalício da nossa saudosa "Voinha"


Entre seus guardados, encontramos preciosos escritos e este, especialmente, traz uma linda mensagem de esperança, escrita de próprio punho :

Março de 1992

Sobre a jovem florzinha chamada "Saudade"...

Não devo escrever nada, porque as palavras não conseguem dizer nada.

O único consolo é que um dia, todos nós iremos nos encontrar lá e também iremos nos transformar numa flor, chamada "Saudade"...

A morte não existe! Um dia, todos nos encontraremos na vida do outro plano. É a única coisa certa deste mundo! Só que teremos que aguardar a chamada de Deus...

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Quando estivermos tristes, desanimados, pensando que não há mais jeito para nada, devemos ter em mente que "depois da 1/2 noite, começa a clarear"...(palavras do meu pai) e é uma grande verdade, porque a Providência Divina aparece sempre, antes do sol nascer...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Conhecendo os Animais Aquáticos

CONHECENDO OS ANIMAIS AQUÁTICOS
Geraldo Victorino de França (Voinho)

O meio aquático se caracteriza pela: a)ausência quase completa de peso, não ultrapas-
sando a densidade dos seres v ivos a da água, donde a " moleza " de muitos animais sem esqueto e a facilidade de deslocamentos verticais sem pontos de apoio; b) inexistência de evaporação
exceto na superfície, o que permite aos seres aquáticos utilizar grandes superfícies de troca
( brânquias ).
Os principais animais aquáticos são:
1. Cetáceos - São mamíferos marinhos, com as patas anteriores transformadas em
nadadeiras, corpo pisciforme e liso, sem membros posteriores. Nadam admiravelmente bem e,
apesar da sua respiração pulmonar, suportam mergulhos prolongados. Exemplos: golfinho, bo-
to, cachalote, baleia, etc.
2. Peixes - Possuem corpo alongado, frequentemente coberto de escamas e número
variável de barbatanas. Respiram por meio de brânquias, podendo viver em meio aquático: a)
marinho - arenque, atum, bacalhau, tubarão, etc.; b) de água doce ( rios e lagos ) - carpa, dourado, piranha, salmão, etc.
3. Moluscos - Têm corpo mole, geralmente provido de concha dorsal e pé ventral
que pode estar dividido em tentáculos. Alguns podem viver em terra, como o caracol e a lesma,
mas a maioria dos moluscos possui respiração por brânquias e vive em ambiente marinho - me-
xilhão, lula, polvo, etc.
4. Crustáceos - São Artrópodes geralmente marinhos, mas alguns vivem em terra,
como os tatuzinhos e certos caranguejos. Mas a maioria dos crustáceos tem respiração por
brânquias, tais como: camarão, lagosta, siri, etc.
5. Vermes -Animais de corpo alongado, inteiramente mole, desprovido de patas.
Alguns são terrestres, como a minhoca; outros são parasitas, como a tênia; mas a maioria é
marinha ou de água doce, como poliquetas e sanguessuga.
6. Equinodermas - São muito diferentes dos outros animais, pois apresentam si-
metria axial, como: pepino-do-mar, ouriço-do-mar, estrela-do-mar, etc.
7. Celenterados - Também apresentam simetria axial, tendo como exemplos os
pólipos, as medusas e a anêmona-do-mar.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Os Países mais poluidores

CONHECENDO OS PAÍSES MAIS POLUIDORES
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Existem diversas formas de poluição do ambiente. Considerando a poluição atmosférica
pela emissão de gás carbônico, que causa o " efeito estufa " e, por consequência, o aquecimento global, os países mais poluidores são:


1. Estados Unidos
2. China
3. Rússia
4. Japão
5. Índia
6. Alemanha
7. Canadá
8. Reino Unido
9. Coréia do Sul
10. Itália
Fonte: Os 10 mais, 2.008.

Profª Zilda e Dr. Profº França

Profª Zilda e Dr. Profº França

Esta é a mais nova netinha do Voinho, a Maria Valentina

ORAÇÃO DOS ANIMAIS DA POETISA IVANA M F NEGRI DECLAMADA POR BETTY GOFFMAN NO DOMINGÃO DO FAUSTÃO

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