"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

Voinho, neta e bisnetas

Aprendendo com o Voinho

Aprendendo com o Voinho
by Mara Bombo

segunda-feira, 28 de julho de 2014

CONHECENDO DITONGOS E HIATOS


Geraldo Victorino de França (Voinho)

             Numa das mensagens anteriores, sobre ditongos, a exemplificação dos ditongos não  ficou clara. Vamos explicar melhor, incluindo  os hiatos.
             Ocorre ditongo quando duas vogais  se combinam, formando uma única sílaba. Exemplo: sábia ( sá-bia ). Hiato é quando duas vogais se encontram, porém formando duas sílabas distintas. Exemplo: sabiá ( sa-bi-á ). Vejamos mais alguns exemplos:

        Ditongos             Hiatos
      1. anciã               1. aorta
      2.área                  2. beata
      3. céu                  3. caótico
      4. degrau             4. garoa
      5. herói                5. hiato
      6. lírio                  6. lagoa
      7. mágoa             7. país
      8. pais                 8. rainha
      9. rei                   9. saúde

     10. tênue            10. viúva

segunda-feira, 21 de julho de 2014

CONHECENDO OS METEOROS



 Geraldo Victorino de França (Voinho)

              Antigamente, a palavra meteoro era usada para designar qualquer fenômeno atmosférico, como por exemplo: nuvens, chuva, vento, raio, etc. Daí o nome Meteorologia, dado à ciência que estuda os fenômenos atmosférico e faz a previsão do tempo.
               Atualmente, o termo meteoro é usado apenas para designar o fenômeno atmosférico vulgarmente chamado " estrela cadente ", que
acontece quando um fragmento de corpo celeste penetra na atmosfera terrestre e, pelo atrito
com o ar atmosférico, se incendeia e adquire  brilho momentâneo. Em geral, acabam se consumindo no ar, porém alguns de tamanho maior conseguem alcançar a superfície terrestre, sendo então chamados " meteoritos ".
               Quase todos os meteoritos são pequenos, porém alguns são relativamente grandes,
como aquele que caiu em 1.929 na África do Sul  com cerca de 60 toneladas.
                No Brasil, em 1.784, caiu um meteorito na Bahia, com 8.300 kg, que foi chamado meteorito de Bendengó e se encontra exposto no Museu Nacional - Rio de Janeiro.

                 Às vezes, os meteoritos abrem crateras na superfície terrestre, sendo o mais famoso  aquele localizado no Arizona ( Estados Unidos ),  que abriu uma cratera com 1.255 metros de diâmetro e 180 metros de profundidade.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

CONHECENDO OS ANIMAIS COM GARRAS OU CASCOS


Geraldo Victorino de França ( Voinho)

              Garras e cascos são unhas modificadas dos dedos das patas dos animais.
              1. Animais com garras
             Dá-se o nome de garra à unha recurvada e pontiaguda da maior parte dos animais
vertebrados terrestres. A unha é um prolongamento córneo inserido na extremidade dos dedos, que ele recobre e protege.
               As garras servem para diversa finalidades, tais como: a) capturar e matar presas
para servir como alimento - felinos ( gato, leão, tigre, etc. ) e aves de rapina ( águia, falcão, coruja, etc.; b) subir em árvores - urso, macaco, preguiça, etc.; c) suspensão - morcego; d) empoleirar-se - arara, papagaio, pássaros, etc.; e) cavar a terra - animais fossadores - tatu, texugo, toupeira, etc.
               As unhas das aves de rapina são agudas e recurvadas, com as quais apanham as presas. Nos felinos são retráteis, isto é, invaginadas quando em repouso, a fim de evitar o seu desgaste.
                2. Animais com cascos
            O nome casco aplica-se à unha extremamente desenvolvida que envolve os dedos dos Ungulados - cavalo, ruminantes, suínos, etc.

Na evolução destes animais, os dedos passaram a suportar o peso dos animais e a unhas  transformaram-se em cascos para proteger os dedos.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

CONHECENDO AS MATAS CILIARES

Rio Piracicaba (foto Ivana Negri)

Geraldo Victorino de França (Voinho)

             O termo mata é geralmente aplicado a uma associação de espécies arbóreas ocupando pequena extensão territorial; ao contrário de floresta, que é uma associação de árvores ocupando grande extensão. Diz-se mata virgem quando ainda não foi perturbada pela ação  do homem; e mata ciliar ou mata-em-galeria quando localizada nas cabeceiras e margens de cursos d'água e lagos.
                As matas ciliares adquirem grande importância ecológica porque protegem os recursos hídricos ( rios, córregos, lagos e represas ) contra a erosão; e servem ainda de abrigo para a fauna silvestre ( caça e pesca ). Por isso, devem ser preservadas podendo, eventualmente, fornecer produtos como: madeira, lenha, mourões para cerca, etc. Indiretamente, contribuem para regularizar a vazão dos mananciais de água e proporcionar um microclima agradável.

                Na sua falta, recomenda-se recompô-las mediante o plantio de espécies arbóreas  apropriadas, tais como: sangue-de-dragão, sapucaia, ingazeiro, caixeta, etc.

terça-feira, 1 de julho de 2014

CONHECENDO OS PEIXES ELÉTRICOS


Geraldo Victorino de França (Voinho)

            " Peixes elétricos " é a designação comum aplicada a várias espécies diferentes  de peixes de diversas famílias que produzem, através de músculos especiais, uma corrente elétrica. A maioria deles produz apenas uma corrente fraca, mas alguns podem gerar uma  corrente elétrica forte o suficiente para afetar o homem e outros animais.
               No mar, são representados por cerca de 20 espécies de arraias elétricas e torpedos.
Efetivamente, todas as arraias podem gerar uma  corrente elétrica fraca. Os torpedos usam a corrente elétrica para capturar presas; e as arraias a utilizam para detectar a aproximação de
presas.
            Alguns dos peixes elétricos mais poderosos são encontrados em água doce ( rios e lagos ), entre os quais se destacam a enguia elétrica sul-americana ou poraquê e o bagre tropical africano. O poraquê é capaz de produzir  uma descarga inicial de 300 volts, suficiente para matar um cavalo; porém, as descargas seguintes vão diminuindo de voltagem. 

Profª Zilda e Dr. Profº França

Profª Zilda e Dr. Profº França

Esta é a mais nova netinha do Voinho, a Maria Valentina

ORAÇÃO DOS ANIMAIS DA POETISA IVANA M F NEGRI DECLAMADA POR BETTY GOFFMAN NO DOMINGÃO DO FAUSTÃO

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