"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

Seguidores

Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

Voinho, neta e bisnetas

Aprendendo com o Voinho

Aprendendo com o Voinho
by Mara Bombo

sábado, 28 de maio de 2016

CONHECENDO PALAVRAS POLISSÊMICAS


Geraldo Victorino de França (Voinho)
   
              Dá-se o nome de polissêmicas às palavras que têm mais de um significado.Exemplos:
              1. Bacia: a) tipo de vasilhame; b) conjunto de vertentes de um rio.
              2. Cabo: a) acidente geográfico; b) graduação militar; c)peça para segurar utensílio  ou ferramenta.
             3. Câmbio: a) peça de automóvel; b) troca de moedas de países diferentes.
             4. Colônia: a) grupo de emigrantes; b) conjunto de animais inferiores que vivem agrupados; c) conjunto de casas onde moram os  empregados de uma fazenda.
            5. Coral: a) celenterados fixos que vivem em colônias, formando recifes; b) espécie de cobra; c) grupo de pessoas que cantam em coro.
             6. Grama: a) gramínea rasteira; b) unidade de peso.
             7. Mangueira: a) árvore frutífera; b) tubo de borracha.
             8. Mercúrio: a) metal líquido; b) planeta do sistema solar.
             9. Pena: a) punição; b) dó; c) pluma das aves; d) peça de metal para escrever.
            10. Planta: a) vegetal; b) desenho, em escala, da projeção horizontal de um terreno ou edifício.
             11. Ponto: a) cruzamento de duas retas; b) furo feito com agulha e linha num tecido; c) sinal de pontuação; d) livro em que se marca  a presença de funcionários públicos.
             12. Rádio: a) metal radioativo; b) aparelho receptor de sons; c) estação emissora  de sons; d) osso do polegar.
              13. Serra: a) instrumento cortante; b) cadeia de montanhas.
              14. Terra: a) planeta do sistema solar; b) solo.

              15. Velar: a) cobrir com véu; b) vigiar; c) cuidar.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

CONHECENDO A DISPERSÃO DAS SEMENTES


Geraldo Victorino de França (Voinho)

              As plantas desenvolveram numerosos processos para garantir a dispersão de suas sementes, dotando-as de estruturas diversas, adequadas ao transporte por vários agentes, como vento, água, animais e até a própria planta-mãe.
             Algumas sementes , como as das orquídeas,  são produzidas em grande número e são tão pequenas  e leves que basta uma brisa para dispersá-las. Outras possuem estruturas que facilitam a sua dispersão pelo vento, desde os minúsculos paraquedas do dente-de- leão, até as expansões aladas dos pinheiros e paineiras.
              Muitas sementes dependem dos animais para sua distribuição. Neste caso, apresentam ganchos ou espinhos que se prendem aos pelos dos animais ou às roupas do próprio homem, como as sementes do picão, do carrapicho e do cardo.
              Outras sementes flutuam na água, sendo transportadas pelas correntes líquidas.
               Certas plantas dispersam suas sementes arremessando-as à distância, como acontece com as cápsulas de Oxalis que, ao amadurecer, se contrai, atirando para longe as sementes contidas no seu interior.
Muitas Leguminosas também libertam suas sementes abrindo as vagens de modo brusco.

               Contudo, apesar das adaptações para garantir a dispersão, muitas sementes têm reduzida possibilidade de germinar, ou porque caem em lugares pedregosos ou estéreis, ou porque são consumidas pelos pássaros e outros animais, ou pelo próprio homem.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

CONHECENDO A ORIGEM DOS NOMES DOS MESES


Geraldo Victorino de França (Voinho)

                Ao longo da história, já foram feitas várias versões do calendário. Inicialmente, o ano tinha dez meses, sendo que janeiro e fevereiro foram acrescentados depois. A origem dos nomes dos meses do ano é a seguinte:
               Janeiro - homenagem a Jano, deus romano  considerado o senhor das passagens, o deus dos inícios.
                Fevereiro - deriva do deus Febris, a quem  nessa época do ano os romanos homenageavam com festas de purificação, a fim de apaziguar os mortos com  sacrifícios e oferendas.
                Março - homenagem a Marte, deus da guerra.
                Abril - para uns, provém de Afrodite, deusa do amor; para outros, vem do verbo latino " aperire ", referência à abertura das flores, já que este mês marca mar ca o início da primavera no hemisfério norte.
                Maio - homenagem à Maia, deusa da honra e da reverência.
                Junho - referência à deusa Juno, protetora das mulheres ( especialmente das casadas ) e da maternidade.
                Julho - originalmente chamado " Quintilis ", por ser então o quinto mês do ano; porém, depois passou a ser denominado julho, em homenagem ao imperador Júlio Cesar.
                 Agosto - inicialmente chamado " sextilis ", por ser então o sexto mês do ano; porém depois mudou para agosto, em homenagem ao imperador Cesar Augusto.
                 Setembro - deriva do latim " septem ", por ser originalmente o sétimo mês do ano.
                 Outubro - vem do latim " octo " ( oito ), porque era o oitavo mês do ano.
                 Novembro - vem do latim " novem " ( nove ), pois originalmente era o nono mês.

                 Dezembro - proveniente do latim " decem "( dez ), por ter sido o décimo mês.

domingo, 8 de maio de 2016

CONHECENDO AS CONÍFERAS


Geraldo Victorino de França (Voinho)

               As Coníferas constituem uma ordem de plantas do grupo das Ginospermas, caracterizadas por seu fruto tipo cone ( ou pinha ), que pode conter muitas sementes. Aliás, na evolução das plantas, elas foram as primeiras plantas portadoras de sementes.
              As Coníferas pertencem ao grupo das Ginospermas, isto é, que possuem sementes  nuas, em oposição às Angiospermas – plantas cujas sementes ficam encerradas no interior  de um ovário transformado em fruto.
              Todas as coníferas são perenes e lenhosas, geralmente arbóreas, muitas vezes atingindo grandes alturas; a sequóia, por exemplo,  encontrada na Califórnia ( Estados Unidos ), chega a ultrapassar 100 metros de altura.
               As folhas são pequenas e aciculares, isto é, em forma de agulhas, lustrosas e brilhantes. Os ramos e as folhas contêm, frequentemente, grande quantidade de resinas, em canais secretores especiais.
               As coníferas se encontram principalmente na taiga - formação florestal das regiões temperadas do hemisfério norte ( Canadá, Rússia, Sibéria ). Suportam bem a neve e o gelo. Algumas espécies se adaptaram aos solos secos, como o pinheiro-marítimo.
              As principais espécies de coníferas são: pinheiros, cedro, cipreste, sequóia, abeto, etc. No sul do Brasil encontram-se o pinheiro brasileiro e o pinheiro-do-Paraná.

               As coníferas constituem a maior fonte de madeira branda, usada principalmente para construção e polpa para papel.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

CONHECENDO OS MINERAIS E SEUS USOS


Geraldo Victorino de França (Voinho)

              Dá-se o nome de mineral a todo elemento ou composto produzido por processos de  natureza inorgânica, geralmente de composição química definida e encontrados naturalmente na crosta terrestre. Os minerais geralmente   possuem estrutura cristalina e são sólidos; apenas a água e o mercúrio se apresentam no estado  sólido, à temperatura normal. Encontram-se quer como corpos isolados, quer como agregados, constituindo as rochas.
               A parte inorgânica da litosfera ou crosta terrestre, incluindo o solo e todos os tipos de rochas, é constituída quase que totalmente de minerais, sendo muito pequena a quantidade de outros materiais.
               Os minerais são muito importantes do ponto de vista econômico, porque todos os materiais inorgânicos ou são minerais ou substâncias dele derivadas. Os diferentes usos dos minerais podem ser assim agrupados:
               a) Minerais de interesse gemológico. São as chamadas pedras preciosas, como por  exemplo: diamante, esmeralda, rubi, turmalina, topázio, etc.
               b) Minerais ornamentais: mármore, gipso, calcita. jade, etc.
              c) abrasivos: diamante, esmeril, sílex, etc.            
              d) Cerâmica, vidro, esmalte: argila, quartzo, feldspato, fluorita, etc.
               e) Fertilizantes: apatita, silvita, salitre-do-Chile, calcita, etc.
              f) Aparelhos ópticos e científicos: quartzo, mica, turmalina, etc.
              g) Refratários: magnesita, dolomita, grafita, bauxita, zircão, etc.

               Além disso, diversos minerais são usados como minérios de vários metais. Exemplos: bauxita ( alumínio ), hematita e magnetita ( ferro),galena ( chumbo ), cassiterita ( estanho ), etc.

Profª Zilda e Dr. Profº França

Profª Zilda e Dr. Profº França

Esta é a mais nova netinha do Voinho, a Maria Valentina

ORAÇÃO DOS ANIMAIS DA POETISA IVANA M F NEGRI DECLAMADA POR BETTY GOFFMAN NO DOMINGÃO DO FAUSTÃO

Ocorreu um erro neste gadget