"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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by Mara Bombo
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

CONHECENDO O SISTEMA SOLAR


Geraldo Victorino de França(Voinho)

                Embora o sistema solar seja uma porção pequena do universo como um todo, mesmo assim é 50 bilhões de vezes mais volumoso do que a Terra. Compõe-se de uma estrela de tamanho médio - o Sol, ao redor do qual descrevem órbitas elípticas os planetas  e seus satélites, os asteróides, os cometas e  grande quantidade de poeira cósmica.
                Os planetas eram nove: Mercúrio, Vênus, Terra , Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão,  mas recentemente, este último foi rebaixado para a categoria de asteróide. Assim, Plutão passou de menor  planeta para maior asteróide.
                Os quatro planetas mais próximos do Sol ( Mercúrio, Vênus, Terra e Marte ) são rochosos; os outros quatro ( Júpiter, Saturno, Urano e Netuno ) são  gasosos , com um núcleo rochoso.
                Os planetas do sistema solar possuem, em conjunto, 141 satélites, de vários tamanhos. Só Mercúrio e Vênus não têm nenhum. A Terra possui apenas 1, a Lua. Marte possui 2: Fobos e Deimos. Júpiter possui 63 ( sendo Ganimedes o maior satélite do sistema solar; Saturno tem 34, Urano tem 27, Netuno 13 e Plutão tem apenas 1, Caronte.
                 Existem cerca de 3.500 asteróides, a maioria deles situada entre as órbitas de Marte e de Júpiter - cinturão dos asteróides.
                 Os cometas são corpos celestes apresentando um núcleo e uma cauda brilhantes, que se movimentam ao redor do Sol descrevendo órbitas elípticas  geralmente de excentricidade muito grande. Atualmente, são conhecidos cerca de 140 cometas de período curto e 800 cometas de período longo, mas o seu número  total deve ser maior, porque só se tornam visíveis quando estão mais próximos da Terra.

                Excluindo o Sol, a massa do sistema solar é aproximadamente 450 vezes maior que a massa da Terra e 750 vezes menor que a massa do Sol. Três quartos dessa massa correspondem ao planeta Júpiter. Por outro lado, um total de 99,86% da massa do sistema  solar prende-se ao Sol. Da pequena porção restante, a Terra e a Lua, em conjunto, constituem apenas 1%.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

CONHECENDO OS METEOROS



 Geraldo Victorino de França (Voinho)

              Antigamente, a palavra meteoro era usada para designar qualquer fenômeno atmosférico, como por exemplo: nuvens, chuva, vento, raio, etc. Daí o nome Meteorologia, dado à ciência que estuda os fenômenos atmosférico e faz a previsão do tempo.
               Atualmente, o termo meteoro é usado apenas para designar o fenômeno atmosférico vulgarmente chamado " estrela cadente ", que
acontece quando um fragmento de corpo celeste penetra na atmosfera terrestre e, pelo atrito
com o ar atmosférico, se incendeia e adquire  brilho momentâneo. Em geral, acabam se consumindo no ar, porém alguns de tamanho maior conseguem alcançar a superfície terrestre, sendo então chamados " meteoritos ".
               Quase todos os meteoritos são pequenos, porém alguns são relativamente grandes,
como aquele que caiu em 1.929 na África do Sul  com cerca de 60 toneladas.
                No Brasil, em 1.784, caiu um meteorito na Bahia, com 8.300 kg, que foi chamado meteorito de Bendengó e se encontra exposto no Museu Nacional - Rio de Janeiro.

                 Às vezes, os meteoritos abrem crateras na superfície terrestre, sendo o mais famoso  aquele localizado no Arizona ( Estados Unidos ),  que abriu uma cratera com 1.255 metros de diâmetro e 180 metros de profundidade.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

CONHECENDO OS COMETAS



Geraldo Victorino de França ( Voinho)

              Cometas são pequenos corpos celestes que se movimentam ao redor do Sol em órbitas elípticas de grande excentricidade. Possuem aspecto nebuloso, geralmente com um núcleo brilhante, rodeado por uma cabeleira ou coma, também brilhante, e uma cauda com a forma de um traço luminoso. Entretanto, alguns podem apresentar-se sem cauda, ou com várias caudas, como o cometa Cheseaux, que tem seis.
                  Acredita-se que sejam formados por um núcleo de gelo, rodeado de gases e poeira.  Quando se aproximam do Sol, parte do núcleo se vaporiza, formando uma nuvem luminosa ( a cabeleira ) e a cauda, esta sempre voltada em direção oposta ao Sol; a cabeleira e a cauda se desfazem quando o cometa se afasta do Sol.
                 Conforme a cauda, os cometas podem ser de três  tipos: a) de cauda retilínea; b)
de cauda curva; c) de cauda muito curva.
                 O cometa mais famoso é o de Halley, que passa próximo do Sol a cada 76 anos. Outros cometas possuem órbitas abertas, passando pelo Sol apenas uma vez e depois saindo do sistema solar.


segunda-feira, 10 de março de 2014

CONHECENDO A CAMADA DE OZÔNIO


Geraldo Victorino de França (Voinho)

          Dá-se o nome  camada de ozônio à porção da estratosfera situada situada a cerca de
20 km acima do nível do solo, na qual o gás ozônio ( O3 ) encontra-se em maior concentração.
          O ozônio é produzido pela ação da luz ultra-violeta proveniente do Sol sobre o oxigênio  ( O2 ) da atmosfera.
          A camada de ozônio protege a Terra dos efeitos nocivos dos raios ultra-violetas sobre o desenvolvimento da vida vegetal e animal.  Mas pode ser decomposta por reações químicas que envolvem clorofluorcarbonatos ( CFC ), que até recentemente eram amplamente utilizados nas indústrias como propelentes de " sprays ", como fluidos de sistemas de refrigeração e na produção de embalagens de espuma.
                A conscientização internacional sobre o surgimento de um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida, na década de 80, levou a um movimento pela proibição de produtos baseados nos CFCs. Em 1987 foi assinado o Protocolo de Montreal, um documento avalizado por mais de 40 países, visando limitar o uso dessas substâncias. Entre as principais deliberações do protocolo estava um plano de redução da produção de CFC até 1.999, de modo a atingir então, metade da produção de 1.986.
                Em 1.989, durante o Encontro da Comunidade Européia, realizado em Bruxela, decidiu-se reduzir o consumo de CFC a 85% dos números atuais o mais breve possível , e a 100%  até a virada do século.

                Alguns relatórios recentes têm apontado a presença de novos buracos na camada de ozônio da Antártida, o que mobilizou esforços na  Europa, visando um novo acordo que agilize  o fim do consumo de CFC no mundo.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

CONHECENDO AS GALÁXIAS


Geraldo Victorino de França (Voinho)

              Galáxias são sistemas espaciais formados por bilhões de estrelas, unidas gravitacionalmente, geralmente associadas a grandes quantidades de gases e poeira cósmica. Observações feitas por meio de poderosos telescópios revelaram a existência de cerca de 1 bilhão de galáxias embora apenas outras três, além da nossa galáxia - a Via-Láctea, poderem ser vistas a olho nu.
               As galáxias podem ser classificadas em três grupos: elípticas, espirais e irregulares. As galáxias elípticas variam de esféricas a achatadas. A galáxia que inclui a constelação de Andrômeda é um exemplo de galáxia esférica.
               As mais comuns são as galáxias espirais, que apresentam um núcleo mais denso,envolvido por braços com abertura variável, nos quais se encontram aglomerados de estrelas.
Associada a tais aglomerados existe grande quantidade de poeira cósmica e gases, principalmente hidrogênio. A Via-Láctea, que contém o sistema solar, é um exemplo de galáxia espiral.
                 As galáxias irregulares são aquelas cuja forma não é elíptica nem espiralada; e são mais ricas em nuvens de gases e poeira.
                  As galáxias se distribuem no universo de maneira mais ou menos uniforme, com
tendência `a formação de aglomerados. Assim, por exemplo, a nossa galáxia, a grande galáxia de Andrômeda e as galáxias irregulares conhecidas como " Nuvens de Magalhães", constituem um aglomerado contido numa enorme região

com cerca de 1 milhão de anos-luz de diâmetro.

terça-feira, 9 de abril de 2013

CURIOSIDADES DO SISTEMA SOLAR



Geraldo Victorino de França ( Voinho)
    
           a) O sistema solar faz parte da galáxia chamada  Via-Láctea. O Sol é uma estrela de
tamanho médio, em torno da qual giram, em órbitas elípticas, os planetas e seus satélites, os cometas e os asteróides.
           b) O Sol é constituído principalmente pelos gases hidrogênio e hélio. Seu núcleo é um enorme reator nuclear, cuja temperatura deve atingir cerca de 14 milhões de graus Celsius.
           c) A massa do Sol é 745 vezes a de todos os planetas reunidos; e seu diâmetro é ...
109 vezes maior que o da Terra.
           d) Os quatro planetas mais próximos  do Sol - Mercúrio, Vênus, Terra e Marte - são
relativamente pequenos e rochosos. Por outro lado, os planetas mais distantes - Júpiter, Sa-
turno, Urano e Netuno - são enormes e gasosos, sem crosta sólida.
            e) Os planetas gasosos possuem interessantes sistemas de anéis, sendo o de Satur-
no o mais espetacular. Esses anéis são compostos por milhões de partículas de gelo e de poeiras. 
            f) Júpiter é o maior planeta do sistema solar. Seu volume é 1.300 vezes maior que o 
da Terra.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

CONHECENDO O UNIVERSO



Geraldo Victorino de França (Voinho)

Dá-se o nome de Universo ao conjunto matéria e energia existentes no espaço. Os astrônomos admitem que, inicialmente, toda a  matéria do Universo estava concentrada em uma espécie de núcleo gigante, que sofreu uma grande explosão - " big bang ", provocando a expansão do Universo.
     No Universo, tudo é fantástico. Existem milhões de galáxias - aglomerados estelares cada um formado por bilhões de estrelas unidas gravitacionalmente e geralmente associadas a  grandes quantidades de poeira e gases! As distâncias são medidas em anos-luz, isto é, a distância percorrida pela luz, com a velocidade de 300.000km/s, durante 1 ano!
    A Via-Láctea é a galáxia na qual  está situado o nosso sistema solar. O seu aspecto externo é o de uma nebulosa espiralada.
    O sistema solar compõe-se de 1 estrela média - o Sol, 8 planetas, 32 satélites, cerca de 1.500 asteróides e mais de 500 cometas, além de aglomerados de poeiras e gases.
     Aproximadamente 99% de toda a matéria do sistema solar está concentrada no Sol; do 1% restante, a Terra e a Lua, em conjunto, constituem menos de 1%.
    Atualmente, são reconhecidos 8 planetas: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Recentemente, os astrônomos excluíram Plutão, agora considerado asteróide, juntamente com Ceres, Palas, Juno, Vesta, etc.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

CONHECENDO AS ESTRELAS



Geraldo Victorino de França (Voinho)

As estrelas são corpos celestes gasosos, com temperaturas elevadíssimas, que brilham com luz própria, estando situadas tão longe de nós que, apesar de seus movimentos muito rápidos, parecem fixas no céu. Nas noites mais límpidas são vistas a olho nu cerca de duas mil estrelas. Com a mudança das estações, novas  estrelas aparecem, totalizando cerca de seis mil estrelas visíveis  durante o ano. Com os telescópios modernos podem ser observadas alguns bilhões de estrelas.
         De acordo com o seu tamanho e luminosidade, as estrelas se classificam em: a) anãs - menos brilhantes, do tamanho de um planeta; b) gigantes - brilhantes, com 15 a 40 vezes o diâmetro do Sol; c) supergigantes - estrelas milhares de vezes maiores e mais brilhantes do que o Sol. Entre as estrelas mais brilhantes estão: Sirius, Canopus, Alfa do Centauro e Vega.
      Certos agrupamentos de estrelas, em número de 88, são chamados de constelações.
Entre outras, no Hemisfério Norte vêm-se as constelações: Hércules, Lira, Escorpião, Andrômeda, Leão, etc. No Hemisfério Sul podem ser vistas as constelações: Aquário, Capricórnio, Cruzeiro do Sul,  Órion, Gêmeos, etc.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

CONHECENDO OS COMETAS

cometa halley

Geraldo Victorino de França (Voinho)

Dá-se o nome de cometas aos pequenos corpos celestes nebulosos que se movimentam ao redor do Sol em órbitas geralmente elípticas, de grande excentricidade. Os cometas visíveis a olho nu são muito raros.
       Os cometas se distinguem dos demais astros do sistema solar pelo seu aspecto nebuloso. Apresentam-se geralmente com uma cabeça, constituída por um pequeno núcleo brilhante, cercado por uma cabeleira ou coma, também brilhante; e um prolongamento ou cauda, também brilhante. Alguns se apresentam sem cauda, outros com várias caudas, como o cometa de Cheseseaux, que tem seis.
       Os cometas têm quase sempre uma forma encurvada, com a cauda estendida em  oposição ao Sol. As órbitas que descrevem são geralmente elípticas, mas também podem ser parabólicas ou hiperbólicas.
       Conhecem-se atualmente mais de 500 cometas, dos quais 215 têm órbitas elípticas. O período de retorno é muito variável,sendo que o cometa de Halley, o mais famoso, reaparece a cada 76 anos.  

terça-feira, 31 de julho de 2012

CONHECENDO OS SATÉLITES ARTIFICIAIS



Geraldo Victorino de França (Voinho)

              Satélite natural, ou simplesmente satélite, é todo corpo celeste que gira em torno de um planeta. Exemplo: a Lua, que gira ao redor da Terra.
             Satélite artificial é um engenho feito pelo homem e lançado para gravitar em torno da Terra, da Lua, ou de outro astro.
            O lançamento de um satélite artificial requer, basicamente, duas operações: a) elevação, por meio de um foguete; b) colocação em órbita, que depende de atingir velocidade adequada para contrabalançar a força de atração  do astro em torno do qual deve girar.          
Equipados com emissores e receptores de dados, os satélites artificiais são empregados para duas finalidades principais: a) científica ou coleta informações sobre a atmosfera ou sobre os astros ao redor dos quais orbitam; b) tecnológica ou de aplicação, utilizando os dados obtidos para previsão do tempo, cartografia, telecomunicações, navegação, estudo dos recursos naturais da Terra, etc.
            A esses tipos básicos devem ser acrescentados os satélites do observação ou satélites- espiões.
       Quando os satélites são tripulados, recebem o nome de sondas espaciais. Quando são de grandes dimensões e destinados a permanecer em órbita por longo tempo, são chamados de estações orbitais ou estações espaciais.
Quando destinados à exploração do espaço interplanetário, são denominados astronaves ou sondas espaciais.
         Os Estados Unidos e a Rússia são os países que lançaram maior número de satélites artificiais. O primeiro satélite - Sputnik I, foi colocado em órbita 4/10/1957, pela Rússia. O
primeiro satélite tripulado - Vostok I, também foi lançado pela Rússia, em 12/04/1961. levando a bordo o major Iuri Gagarin.

domingo, 15 de julho de 2012

CONHECENDO OS ASTROS COM LUZ PRÓPRIA



Geraldo Victorino de França (Voinho)

Os astros com luz própria são  corpos celestes gasosos, brilhantes, com temperaturas
elevadíssimas. Incluem os cometas, as estrelas, as nebulosas, as constelações e as galáxias.
              COMETAS
              São pequenos corpos celestes de aspecto nebuloso que giram ao redor do Sol em órbita elíptica de grande excentricidade. São constituídos por: a) um núcleo brilhante; b) uma cabeleira difusa, ao redor do núcleo; c) uma cauda também luminosa. Existem vários cometas, sendo o seu aparecimento periódico. O mais famoso é o cometa de Halley, que aparece a  cada 76 anos.
                  ESTRELAS
        São astros com brilho cintilante, de tamanho variável, desde anãs até gigantes.Existem bilhões de estrelas, sendo o Sol uma estrela média. As maiores sâo Betelgeuse e Aldebaran, consideradas estrelas super-gigantes. Sirius é a estrela mais brilhante.
                 NEBULOSAS
           São nuvens luminosas, constituídas por estrelas, gases e poeira cósmica. Geralmente estão associadas com as constelações, apresentando forma espiralada ou circular.
                 CONSTELAÇÕES
          São agrupamentos de estrelas formando uma determinada configuração. São em número de 88. Exemplos: Andrômeda e Leão, visíveis no hemisfério norte; Capricórnio e Cruzeiro do Sul, visíveis no hemisfério sul.
                 GALÁXIAS
        Sistemas estelares formados por bilhões de estrelas, muitas vezes associadas a grandes quantidades de gases e poeira cósmica. A mais conhecida é a Via-Láctea, que inclui o sistema solar.    

sábado, 9 de julho de 2011

CONHECENDO O PLANETA VÊNUS

Vênus
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Venus é o segundo planeta a partir do Sol, do qual dista 106 milhões de quilômetros. Seu nome é uma homenagem à deusa do amor e da beleza, na mitologia romana. Depois do Sol e da Lua, é o astro que se apresenta com brilho mais intenso, sendo também chamado Vésper - a estrela vespertina, ou Estrela d'Alva - a estrela matutina.
Venus descreve uma trajetória quase circular, levando 225 dias para completar uma órbita. Quase do tamanho da Terra, seu diâmetro vale 0,966 ; sua massa, o,818; a densidade média, o,91 e a gravidade, 0,88 ( dados comparativos com os da Terra ).
Possui uma atmosfera formada por densas nuvens, sujeita a fortes ventos. Na sua composição predominam gás carbônico e oxigênio. Sua pressão superficial é 91 vezes a da Terra e a temperatura superficial mantém-se em torno de 475 graus centígrados devido ao efeito estufa.
As sondas Venera 9 e 10, da antiga União Soviética, forneceram as primeiras imagens da superfície de Venus em 1.975. As duas sondas pousaram suavemente e enviaram imagens mostrando paisagens desérticas e pedregosas. Estudos recentes com radar sugerem que essa paisagem é típica de todo o planeta e que a sua superfície é marcada por inúmeras crateras e cadeias de montanhas.
Venus não possui satélites naturais.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Conhecendo o Planeta Terra



Geraldo Victorino de França (Voinho)

A Terra é o terceiro planeta a partir do Sol, do qual dista 149.504.200 km. Sua forma é aproximadamente esférica, ligeiramente achatada nos pólos. Tem um diâmetro de 12.756 km no equador e sua densidade média 5,52 g/cm3.
Possui dois movimentos principais: a) rotação ao redor de um eixo que passa pelos pólos, levando 23 horas e 56 minutos para completar uma volta; b) translação ao redor do Sol, em uma órbita quase circular, levando 365, 25 dias para completar uma volta. Possui um único satélite natural, a Lua.
Vista do espaço, a Terra assemelha-se a um globo azulado com formações densas de nuvens e calotas polares. Vastos oceanos constituem 70% da superfície terrestre; e massas continentais ocupam os outros 30% .
Os continentes são plataformas de rochas leves, com cerca de 35 km de espessura, flutuando sobre rochas plásticas subjacentes ( rochas que podem ser deformadas por pressão ). As bacias oceânicas são placas de 6 km de espessura formando cordilheiras oceânicas, que desaparecem em outros pontos sob as placas continentais, num processo chamado tectonismo
A atmosfera da Terra compõe-se de78% de nitrogênio, 21% de oxigênio e 1% de outros gases. A temperatura superficial varia entre 55 e - 70 graus centígrados.
A presença de água líquida e de atmosfera com oxigênio combinadas com as condições de temperatura propiciam o desenvolvimento da vida vegetal e animal.

sábado, 18 de setembro de 2010

Conhecendo as constelações

CONHECENDO AS CONSTELAÇÕES
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Constelação é o nome que se dá a certos agrupamentos de estrelas. Para formá-los,
ligam-se as estrelas próximas por meio de linhas imaginárias, compondo as figuras que lhes conferem os nomes pelos quais são conhecidas. Elas são em número de 88 e servem para orientar nômades e navegantes.
A menor constelação é a do Cruzeiro do Sul, que tem milhares de estrelas, mas apenas 5 são visíveis a olho nu. A Hidra Fêmea é a que ocupa maior área no céu, possuindo 24 estrelas visíveis a olho nu. Mas a maior constelação quanto ao número de estrelas visíveis é Eridana, com 37 estrelas.
Os nomes pelos quais as constelações são conhecidas são, na sua maior parte, originários do grego, tais como: Andrômeda, Centauro,Fênix, Hércules, Sagitário, etc.
Conforme a sua localização, as constelações são divididas em grupos: a) austrais ( hemisfério norte ); b) boreais ( hemisfério sul ); c) equatoriais ( faixa que acompanha o equador celeste ); d) zodiacais ( região da eclíptica onde se situam o Sol, a Lua e os planetas ).
No hemisfério sul podem ser observadas as constelações de Andrômeda, Leão, Lira ( ou Balança ), Escorpião, Cruzeiro do Sul, etc.
Muito conhecidas são as Tres Marias, nome dado às estrelas que formam o cinto da constelação de Orion.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Conhecendo os Asteróides

CONHECENDO OS ASTERÓIDES
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Os asteróides são pequenos planetas cujos diâmetros são inferiores a 1.000 km, sendo conhecidos alguns milhares desses corpos celestes secundários. A maioria deles se localiza entre Marte e Júpiter, no chamado " cinturão de asteróides ".
O maior deles é Ceres, que possui um diâmetro de 940 km. A maioria dos asteróides tem diâmetro inferior a 50 km. Os mais conhecidos são: Ceres, Palas, Vesta e Juno.
Devido ao movimento de translação dos asteróides em torno do Sol, uma exposição fotográfica de 1 hora é suficiente para identificá-los como pequenos traços, ao passo que as estrelas aparecerão como pontos.
Dos asteróides conhecidos, o que mais se afasta do Sol é Hidalgo, que chega à
distância de 1.430 milhões de quilômetros; e o que mais se aproxima do Sol é Ícaro, que chega a menos de 30 milhões de quilômetros.
Os astrônomos acreditam que os asteróides constituem uma classe corpos celestes primitivos que " sobraram " durante a formação do sistema solar.
Cumpre esclarecer que recentemente, os astrônomos rebaixaram Plutão, que era considerado o menor planeta, para a categoria de asteróide, passando a ser o maior asteróide, com 2.302 km de diâmetro.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Conhecendo as Nebulosas

Créditos: R. Corradi (Isaac Newton Group), D. R. Gonçalves (Instituto de Astrofísica das Canárias )

CONHECENDO AS NEBULOSAS
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Nebulosas são nuvens que contêm grande quantidade d gases e poeira cósmica, finamente dividida, que se encontram no espaço sideral. Correspondem a regiões do espaço onde a matéria cósmica interestelar é mais densa do que a média.
A presença ocasional de estrelas muito quentes perto dessas nuvens as tornam ionizadas e altamente aquecidas ( cerca de 10.000 graus centígrados ), havendo então emissão de luz. São as chamadas nebulosas de emissão.
Se a estrela circundante não é muito quente, a temperatura da nebulosa não é suficiente para que haja emissão de luz; apenas se observa a reflexão e difusão de luz da estrela mais próxima.
As nebulosas que não se situam perto de qualquer estrela permanecem excessivamente frias: os átomos de gases se combinam e formam moléculas tais como água, metano e amoníaco, as quais se aglutinam e formam finíssima poeira. Neste caso, a nebulosa absorve a luz das estrelas, impedido a observação das regiões do espaço que se situam além dela. Formam verdadeiras manchas negras no céu, como o chamado " saco de carvão ", situado junto à constelação Cruzeiro do Sul.
Existem nebulosas de todos os tamanhos, encontrando-se principalmente nos braços das galáxias espirais e nas galáxias irregulares.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Conhecendo os Meteoros

CONHECENDO OS METEOROS
Geraldo Victorino de França (Voinho)

O termo " meteoro " tem dois significados: a) em Astronomia, designa o fenômeno luminoso conhecido como " estrela cadente ", provocado pelo atrito de um corpo sólido, proveniente do espaço, com a atmosfera terrestre; b) no conceito mais amplo, designa qualquer fenômeno que ocorre na atmosfera terrestre, os quais constituem objeto de estudo da Meteorologia.
Os corpos sólidos de pequena dimensão ( de 1 mg a alguns kg ) e que ao penetrarem na superfície terrestre se incendeiam e se transformam em poeira são chamados meteoróides; os de dimensões maiores, que chegam a atingir a atmosfera terrestre, denominam-se meteoritos.
Considerando o conceito mais amplo, os meteoros se classificam em 4 grupos: a) aéreos; b) aquosos; c) luminosos; d) ígneos.
Os meteoros aéreos são aqueles cujo elemento essencial é o ar: brisa, vento, ciclone, redemoinho, etc.
Os meteoros aquosos são aqueles cujo papel principal é desempenhado pela água: nuvens, chuva, orvalho, neblina, granizo, neve, etc.
Os meteoros luminosos são aqueles que produzem luz: arco-íris, miragem, halos, auroras boreais, etc.
Os meteoros ígneos são aqueles que se relacionam com o fogo: raio, relâmpago, estrela cadente, etc.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Conhecendo as estrelas

CONHECENDO AS ESTRELAS
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Estrelas são corpos celestes dotados de luz própria e geralmente tão distantes que, apesar de seu grande tamanho e movimentos rápidos, parecem pontos fixos no céu. Normalmente, encontram-se situadas no interior de nuvens de gases e poeira cósmica, chamadas nebulosas.
As estrelas nada mais são do que aglomerados de gases, com temperaturas elevadíssimas, que irradiam energia por fusão nuclear. Existem bilhões de estrelas, mas a olho nu podem ser vistas apenas cerca de duas mil. Não considerando o Sol, a estrela mais próxima da Terra é Alfa do Centauro, que dista 4,3 anos-luz.
As estrelas de temperatura relativamente mais baixa são amarelas, denominadas estrelas-anãs; enquanto as de temperatura elevadíssima são vermelhas, chamada estrelas-gigantes, de luminosidade muito maior.
Existe no espaço grande número de estrelas múltiplas, principalmente duplas, que
gravitam em torno de um centro de gravidade comum. Por exemplo: Rígel é uma estrela tripla, enquanto a estrela Castor, da constelação de Gêmeos, possui seis componentes individuais.
Existem estrelas variáveis, em que a variação do brilho se deve a alterações na própria luminosidade, como é o caso de Cefeu. Existem ainda estrelas temporárias, chamadas novas, que aparecem devido a perturbações internas que aumentam o seu brilho temporariamente e depois voltam à condição original.
As estrelas mais brilhantes são: Sirius, Canopus, Alfa do Centauro e Vega. Sirius
é também uma das estrelas mais próximas daTerra.
As estrelas maiores são: Betelgeuse, Aldebaran e Antares, consideradas estrelas super-gigantes. Calcula-se que o diâmetro de Betelgeuse, por exemplo, seja cerca de 400 vezes maior que o do Sol.

Profª Zilda e Dr. Profº França

Profª Zilda e Dr. Profº França

Esta é a mais nova netinha do Voinho, a Maria Valentina

ORAÇÃO DOS ANIMAIS DA POETISA IVANA M F NEGRI DECLAMADA POR BETTY GOFFMAN NO DOMINGÃO DO FAUSTÃO