"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

Voinho, neta e bisnetas

domingo, 14 de agosto de 2016

Meu pai de ontem e de hoje


(pequena crônica para um grande pai)
Ivana Maria França de Negri

Mergulhando nas doces lembranças da minha longínqua infância, vem-me a nítida imagem de meu pai, bem jovem ainda, vestindo impecável terno de linho branco, sapatos bicolores, cabelos escuros fixados com perfumada brilhantina.
Tímida garotinha, conduzida por sua mão, sentia-me poderosa, nada de ruim me atingiria, pois tinha a proteção de meu herói.
Hoje, cabelos brancos de paz e a tranquilidade do dever cumprido.
Da feliz trajetória de várias décadas de união conjugal, real história de amor verdadeiro, quatro filhos, doze netos e cinco bisnetas.

Meu coração se enternece, agradecendo a Deus em preces, e meu amor por meu pai, só faz aumentar mais e mais.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Homenagem ao Voinho no Dia do Escritor

(fotos João Nassif e Ivana Negri) 

Evento realizado no RECANTO dos LIVROS, que fica no Lar dos Velhinhos de Piracicaba

 Mural de poesias e textos dos homenageados já falecidos
Geraldo Victorino de França- escritor homenageado - aos 90 anos publicou seu quarto livro
 Escritora e poetisa Leda Coletti lendo a homenagem
 Antonio Vitti, irmão do Príncipe dos Poetas Lino Vitti, lendo um poema do irmão falecido recentemente
 Andrea, Ediana, Ivana e Ana Clara

 Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba Valdiza Capranico e Noedi Monteiro
 Professor, jornalista e historiador Noedi Monteiro durante palestra
                  Lia Carvalho,  Lourdinha Piedade Sodero Martins, Leda Coletti e Dulce Ana Fernandez
 Geraldo Victorino de França e duas das filhas: Ivana e Graziela
Paparazzi João Nassif
 Cyonea, presidente do Lar dos Velhinhos de Piracicaba
 Leda Coletti e Dulce Ana Fernandez

 Daniel, ao centro, atendendo visitantes do Recanto

 Dorinha Vitti com seu tio Antonio Vitti
 Voinho e bisneta Ana Clara

 Cida Gregolin Abe homenageando sua mãe, poetisa Virginia Pratta Gregolin
 Professor Noedi e Carmen Pilotto
 João Baptista Athayde falando em nome do CLIP (Centro Literário de Piracicaba)

Noedi e Valdiza
 Isadora, Agnes e Ana Clara
 Ana Clara e Graziela Helene
 Dançarinos interpretando a Umbigada, dança africana
 Graziela Helene e Vera Nassif
 Cida Abe e irmã e professor Cornélio
 Giovana Cassab lendo um poema de sua mãe, Marlene Abbas Cassab
 Vera e João Athayde, Noedi e Pedro Caldari
 Madalena Tricanico e Elda Cobra Silveira

Crianças amigas da leitura
 Cyonea e Ediana 
 Filhas da poetisa  Virgina Pratta Gregolin
Ediana Raetano e João Nassif
 Valdiza, Ivana, Athayde, Carmen e Madalena
Noedi e Valdiza











domingo, 10 de julho de 2016

CURIOSIDADES DO REINO MINERAL

Toca da Boa Vista

Geraldo Victorino de França (Voinho)

          a) Há um tipo de erosão chamada erosão subterrânea, que se caracteriza pela ação destruidora da água que se infiltra no solo, causando boçorocas, cavernas, grutas e sumidouros.  Geralmente ocorrem em terrenos calcários ou solos muito arenosos.
          b) A Sociedade Brasileira de Espeleologia ( ciência que estuda as cavernas ) já cadastrou 3. 965 cavernas existentes no país. A maior delas é a Toca da Boa Vista, em Campo Formoso, na Bahia. Ela é a décima quinta do mundo, medindo 97.300 metros de extensão.
         c) O ferro é o mais usado dos metais, sendo o principal constituinte dos vários tipos  de aço. Anualmente, são produzidas mais de 500 milhões de toneladas de ferro no mundo, obtidas  a partir de minérios de ferro.
          d) " Loess " é o nome de um sedimento eólico ( depositado pelo vento ), de granulação fina ( silte ), rico em quartzo e calcita, friável e homogêneo, sem estratificação. Ocorre em certas regiões da Europa e da Ásia ( Alemanha, Rússia, China ), no vale do Mississipi ( Estados Unidos ) e na Argentina ( Pampas ). Dá origem a solos de alta fertilidade, conhecidos  como Chernozem.

             e) Chama-se veio ou vieiro a massa mineral tabuliforme que preenche as fendas de uma rocha encaixante. No caso de preenchimento por magma, recebe a designação de dique ou " sill ", conforme seja discordante ou concordante com as camadas encaixantes, respectivamente.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

CONHECENDO AS PERÍFRASES


Geraldo Victorino de França (Voinho)

             Perífrase é uma figura de linguagem que consiste em usar uma expressão para designar seres, animados ou inanimados, por meio de algum de seus atributos. Exemplos:
            1. Continente gelado - Antártida.
            2. País do sol nascente - Japão.
            3. Países-baixos - Holanda.
            4. Dádiva do Nilo - Egito.
            5. Cidade maravilhosa - Rio de Janeiro.
            6. Cidade eterna - Roma.
            7. Cidade- luz - Paris.
            8. Astro-rei - sol.
            9. Rei dos animais - leão.
          10. Rei do futebol - Pelé.
          11. Rainha dos baixinhos - Xuxa.
          12. Homem do baú - Sílvio Santos.
          13. Bom Pastor - Jesus Cristo.
          14. Pai da aviação - Santos Dumont.

          15. Estação das flores - primavera.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

CONHECENDO OS PLEONASMOS


Geraldo Victorino de França (Voinho)

              Como se sabe, pleonasmo é a repetição de palavras que têm o mesmo significado. É  considerado vício de linguagem quando empregado por ignorância ou inconsciência; mas é figura de linguagem quando proposital, para dar força à expressão. Vejamos alguns exemplos:
               1. Elo de ligação
               2. Exportar para outros países
               3. Meio ambiente
               4. Prefeitura municipal
               5. Fato verídico
               6. Acabamento final
               7. Votar na eleição
               8. Gritar alto
               9. Duas metades iguais
             10. Apalpar com a mão
             11. Pisar com o pé
             12. Ver com os próprios olhos
             13. Falsa mentira
             14. Certeza absoluta
             15. Recuar para trás.


quarta-feira, 8 de junho de 2016

CONHECENDO ARBUSTOS E ERVAS


Geraldo Victorino de França (Voinho)

           Dá-se o nome de arbusto a toda planta lenhosa, perene, de porte não muito avantajado( não ultrapassando 4m de altura ) e ramificada desde a base, de modo que não se consegue distinguir um tronco principal. Quando é de pequeno porte, recebe o nome de subarbusto.
            Assim, enquanto a laranjeira é uma árvore, o limoeiro é um arbusto. O cafeeiro, a amoreira e o barbatimão são outros exemplos de arbustos.
             São denominadas de ervas as plantas em geral de pequeno porte, cujo caule contém muito pouco tecido lenhoso e cujas partes  aéreas vivem menos de um ano, podendo as partes subterrâneas serem perenes, brotando novamente na estação apropriada. Compreendem grande número de plantas cultivadas, como os cereais ( trigo, arroz, milho, etc. ), algodoeiro, cana-de-açúcar, plantas forrageiras ( alfafa, capins ), certas trepadeiras ( chuchuzeiro ), etc.
Também inclui muitas hortaliças ( alface, tomate, ervilha ) e certas plantas medicinais ( erva-de-santa-maria, salsaparrilha,etc. ).

             Quando crescem em lugares não desejados, como entre as plantas cultivadas,  são chamadas ervas más ou ervas daninhas, porque fazem concorrência em água e nutrientes  minerais do solo. Por isso são eliminadas periodicamente por meio de capinas.

sábado, 4 de junho de 2016

CONHECENDO AS PALMEIRAS


Geraldo Victorino de França (Voinho)

             Palmeiras é a designação geral das árvores de tronco não ramificado, pertencentes à família Palmáceas, que abrange cerca de 2.500 espécies, próprias das regiões tropicais e subtropicais. Caracterizam-se por possuírem  um tronco do tipo estipe - caule comprido, reto, cilíndrico, lenhoso e não ramificado, coroado por
um penacho de folhas compostas e longas, sub-divididas em forma de leque ou pena.
              Geralmente são árvores de porte ereto, mas também existem palmeiras de tronco subterrâneo ( rizomatoso ), bem como de caule fino e trepador. Variam muito de tamanho, desde poucos centímetros até 20 metros de altura. As de pequeno porte chegam a ser cultivadas em vaso.
             Em geral, as palmeiras são plantas dióicas, isto é, com flores masculinas e femininas  em pés separados. 

             São plantas muito úteis, servindo para várias finalidades: a) plantas ornamentais; b) fornecem material ( caules e folhas ) para construções rústicas; c) produtos para alimentação - palmito, coco,  tâmara; d) fibras para a confecção de vassouras, esteiras, cestos, chapéus, etc.; e) matérias-primas para a fabricação de óleo (babaçu, dendezeiro,etc. ) e cera ( carnaúba ).

sábado, 28 de maio de 2016

CONHECENDO PALAVRAS POLISSÊMICAS


Geraldo Victorino de França (Voinho)
   
              Dá-se o nome de polissêmicas às palavras que têm mais de um significado.Exemplos:
              1. Bacia: a) tipo de vasilhame; b) conjunto de vertentes de um rio.
              2. Cabo: a) acidente geográfico; b) graduação militar; c)peça para segurar utensílio  ou ferramenta.
             3. Câmbio: a) peça de automóvel; b) troca de moedas de países diferentes.
             4. Colônia: a) grupo de emigrantes; b) conjunto de animais inferiores que vivem agrupados; c) conjunto de casas onde moram os  empregados de uma fazenda.
            5. Coral: a) celenterados fixos que vivem em colônias, formando recifes; b) espécie de cobra; c) grupo de pessoas que cantam em coro.
             6. Grama: a) gramínea rasteira; b) unidade de peso.
             7. Mangueira: a) árvore frutífera; b) tubo de borracha.
             8. Mercúrio: a) metal líquido; b) planeta do sistema solar.
             9. Pena: a) punição; b) dó; c) pluma das aves; d) peça de metal para escrever.
            10. Planta: a) vegetal; b) desenho, em escala, da projeção horizontal de um terreno ou edifício.
             11. Ponto: a) cruzamento de duas retas; b) furo feito com agulha e linha num tecido; c) sinal de pontuação; d) livro em que se marca  a presença de funcionários públicos.
             12. Rádio: a) metal radioativo; b) aparelho receptor de sons; c) estação emissora  de sons; d) osso do polegar.
              13. Serra: a) instrumento cortante; b) cadeia de montanhas.
              14. Terra: a) planeta do sistema solar; b) solo.

              15. Velar: a) cobrir com véu; b) vigiar; c) cuidar.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

CONHECENDO A DISPERSÃO DAS SEMENTES


Geraldo Victorino de França (Voinho)

              As plantas desenvolveram numerosos processos para garantir a dispersão de suas sementes, dotando-as de estruturas diversas, adequadas ao transporte por vários agentes, como vento, água, animais e até a própria planta-mãe.
             Algumas sementes , como as das orquídeas,  são produzidas em grande número e são tão pequenas  e leves que basta uma brisa para dispersá-las. Outras possuem estruturas que facilitam a sua dispersão pelo vento, desde os minúsculos paraquedas do dente-de- leão, até as expansões aladas dos pinheiros e paineiras.
              Muitas sementes dependem dos animais para sua distribuição. Neste caso, apresentam ganchos ou espinhos que se prendem aos pelos dos animais ou às roupas do próprio homem, como as sementes do picão, do carrapicho e do cardo.
              Outras sementes flutuam na água, sendo transportadas pelas correntes líquidas.
               Certas plantas dispersam suas sementes arremessando-as à distância, como acontece com as cápsulas de Oxalis que, ao amadurecer, se contrai, atirando para longe as sementes contidas no seu interior.
Muitas Leguminosas também libertam suas sementes abrindo as vagens de modo brusco.

               Contudo, apesar das adaptações para garantir a dispersão, muitas sementes têm reduzida possibilidade de germinar, ou porque caem em lugares pedregosos ou estéreis, ou porque são consumidas pelos pássaros e outros animais, ou pelo próprio homem.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

CONHECENDO A ORIGEM DOS NOMES DOS MESES


Geraldo Victorino de França (Voinho)

                Ao longo da história, já foram feitas várias versões do calendário. Inicialmente, o ano tinha dez meses, sendo que janeiro e fevereiro foram acrescentados depois. A origem dos nomes dos meses do ano é a seguinte:
               Janeiro - homenagem a Jano, deus romano  considerado o senhor das passagens, o deus dos inícios.
                Fevereiro - deriva do deus Febris, a quem  nessa época do ano os romanos homenageavam com festas de purificação, a fim de apaziguar os mortos com  sacrifícios e oferendas.
                Março - homenagem a Marte, deus da guerra.
                Abril - para uns, provém de Afrodite, deusa do amor; para outros, vem do verbo latino " aperire ", referência à abertura das flores, já que este mês marca mar ca o início da primavera no hemisfério norte.
                Maio - homenagem à Maia, deusa da honra e da reverência.
                Junho - referência à deusa Juno, protetora das mulheres ( especialmente das casadas ) e da maternidade.
                Julho - originalmente chamado " Quintilis ", por ser então o quinto mês do ano; porém, depois passou a ser denominado julho, em homenagem ao imperador Júlio Cesar.
                 Agosto - inicialmente chamado " sextilis ", por ser então o sexto mês do ano; porém depois mudou para agosto, em homenagem ao imperador Cesar Augusto.
                 Setembro - deriva do latim " septem ", por ser originalmente o sétimo mês do ano.
                 Outubro - vem do latim " octo " ( oito ), porque era o oitavo mês do ano.
                 Novembro - vem do latim " novem " ( nove ), pois originalmente era o nono mês.

                 Dezembro - proveniente do latim " decem "( dez ), por ter sido o décimo mês.

Profª Zilda e Dr. Profº França

Profª Zilda e Dr. Profº França

Esta é a mais nova netinha do Voinho, a Maria Valentina

ORAÇÃO DOS ANIMAIS DA POETISA IVANA M F NEGRI DECLAMADA POR BETTY GOFFMAN NO DOMINGÃO DO FAUSTÃO

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