"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Aprenda com o Voinho

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

Voinho, neta e bisnetas

Aprendendo com o Voinho

Aprendendo com o Voinho
by Mara Bombo

domingo, 23 de junho de 2019

ESCLARECENDO ALGUMAS DÚVIDAS


      
 Geraldo Victorino de França (Voinho)

                        a) Aclimação ou aclimatação
                   É o processo biológico pelo qual as plantas e os animais se adaptam a novos ambientes, para sobreviver. É uma adaptação a novas condições de alimentação, temperatura, umidade e altitude.
                        Na verdade, não se trata apenas de um processo de adaptação aos fatores climáticos propriamente ditos, mas também às demais condições do novo ambiente, inclusive aos recursos naturais de provisão, às pragas e moléstias, etc.
                        b) Lagarta e lagarto
                        Lagarta é a denominação da larva de borboletas e mariposas, que come vorazmente as partes tenras das plantas, principalmente as folhas.
                   Lagarto é o nome genérico dos répteis Lacertílios, com cerca de 150 espécies conhecidas no Brasil. Exemplos: teiú, camaleão, iguana, geco, etc.
                        c) Por que os urubus não ficam doentes quando comem carne podre?
                       É porque eles têm anticorpos que os protegem e os tornam mais resistentes às infecções que as outras aves. Mesmo assim, o urubu pode se dar mal se ingerir algum alimento contaminado com produtos químicos ou bactérias que não são combatidos por essa defesa natural. Na natureza, são raros os urubus que chegam a viver mais de 5 anos.

terça-feira, 14 de maio de 2019

ESCLARECENDO ALGUMAS DÚVIDAS




 Geraldo Victorino de França (Voinho)

                        a) Mata e mato
                         Mata é uma associação de árvores que crescem espontaneamente, formando uma floresta de pequena extensão territorial.
                         Mato é uma associação de plantas de pequeno porte, que crescem espontaneamente. Quando crescem em terreno cultivado são chamadas ervas daninhas, porque fazem concorrência  com as culturas em água e nutrientes minerais.
                         b) Alqueire e alqueive
                         Alqueire é uma antiga medida de área, usada no Brasil. Distinguem-se dois tios: 1) alqueire mineiro ou goiano, equivalente a 48.400 m2 ou 4,84 ha; 2) alqueire paulista, correspondente a 24.200 m2 ou 2,42 ha.
                         Alqueive ou pousio é uma prática agrícola que consiste em lavrar a terra e deixá-la em descanso por vários meses, geralmente durante o inverno, até o plantio da nova cultura, com o objetivo  de reduzir a infestação de ervas invasoras.
                         c) 12 h e 30 min
                         Costuma-se chamar esse horário de meio dia e meia, subentendendo-se que corresponde à metade do dia mais  meia hora.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

CONHECENDO EXPRESSÕES BASEADAS EM ANIMAIS



Geraldo Victorino de França (Voinho)
   
                       1. A cobra vai fumar
                       2. A vaca foi pro brejo
                       3. Abraço de tamanduá
                       4. Amigo da onça
                       5. Bafo de onça
                       6. Bode expiatório
                       7. Boi de piranha
                       8. Brincar de gato e rato
                       9. Canto do cisne
                      10. Cozinhar o galo
                      11. Da cor de burro quando foge
                      12. Deu zebra
                      13. Dizer cobras e lagartos
                      14. Dormir com as galinhas
                      15. Elefante branco
                      16. Em palpos de aranha
                      17. Estomago de avestruz
                      18. Fazer boca de siri
                      19. Fazer uma vaquinha
                      20. Galinha morta.


quarta-feira, 13 de março de 2019

Significados da palavra TEMPO



Geraldo Victorino de França ( Voinho)

Palavra usada com vários significados.
Tempo 1 – Sucessão das horas, dias, semanas, meses, anos, etc, que envolve, para o homem, a noção de presente, passado e futuro.
Tempo 2 – Momento ou ocasião apropriada para que uma coisa se realize. Uma partida de futebol, por exemplo, é dividida em dois tempos.
Tempo 3 – As condições meteorológicas =num dado momento
Tempo 4 – Flexão indicativa do momento a que se refere a ação verbal ( presente, passado e futuro).

sábado, 9 de março de 2019

CONHECENDO OS MAMÍFEROS AQUÁTICOS



Geraldo Victorino de França (Voinho)

              Os Mamíferos que se adaptaram à vida aquática pertencem a três ordens: a) Cetáceos; b) Pinípedes; c) Sirênios.
              A. Cetáceos. Têm o corpo pisciforme ( semelhante ao dos peixes ), sem pelos, com as patas anteriores transformadas em nadadeiras, sem membros posteriores e, apesar de repirarem por pulmões, não podem viver fora d'água. A respiração é intermitente, feita através de espiráculos que permanecem fechados debaixo  d'água, durante vários minutos. Ao virem à tona expiram o ar viciado e aspiram ar fresco.
               Na maioria são marinhos, como a baleia; alguns são de água doce, como o boto. Variam bastante de tamanho, desde o boto com 1,50 m de comprimento até a baleia-azul, que pode atingir 30 metros e pesar 120 toneladas.
               Dividem-se em duas subordens: a) Odontocetos ou cetáceos com dentes - cachalote, boto, golfinho, etc.; b) Misticetos ou cetáceos providos de barbatanas córneas no maxilar superior, que filtram a água, permitindo-lhes alimentar-se de plâncton, crustáceos e peixinhos - baleia, jubarte, etc.
               B; Pinípedes. Mamíferos aquáticos  que têm os dedos das patas reunidos, constituindo-se em nadadeiras. As nadadeiras motrizes são as anteriores na morsa e na otária; e as posteriores na foca. Quase todos os pinípedes  se alimentam de peixes e vivem sobretudo em águas frias.
               C. Sirênios. Pequena ordem de mamíferos herbívoros de estuários, desprovidos de membros posteriores e munidos de nadadeiras dianteiras, incluindo o peixe-boi e o dugongo.
               Há ainda os mamíferos semi-aquáticosou " anfíbios ", que vivem na terra mas se adaptam também na água, como o hipopótamo, a capivara e a ariranha.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

CONHECENDO BUDA E O BUDISMO



Geraldo Victorino de França (Voinho)

           Buda é um personagem de diversas mitologias orientais, fundador da doutrina religiosa Budismo.
             Mais de 500 anos antes do nascimento de Cristo, e ao tempo em que Confúcio ensinava aos chineses como viver virtuosamente, um príncipe hindu, chamado Siddarta Gautama, também denominado Sakia-Muni ou o sábio de Sakias, tornou-se famoso na Índia por sua santidade e amor por todas as criaturas, Era chamado " O Buda ", que significa " o iluminado ".
               Enquanto viveu, seus ensinamentos conquistaram muitos adeptos. Depois de morto, ergueram templos em sua honra e a religião que pregava espalhou-se pela maior parte da Ásia. Hoje, o Budismo conta com mais de 360 milhões de crentes.
               Buda nasceu em uma família nobre da classe governante do norte da Índia,  nos contrafortes do Himalaia. Foi criado por um pai que o adorava e procurava mantê-lo longe do contato e no desconhecimento  do  mal. Ainda adolescente, casou-se e teve um filho.
                Uma noite, abandonando a esposa e o filho, refugiou-se na floresta. Renunciou ao mundo e, através de toda sorte de penitências, procurou alcançar a percepção do significado da vida. Considerando que viver é sofrer, estabeleceu como princípio a renúncia de si mesmo, chamando Nirvana o aniquilamento completo e o fim a que se propunha. Dedicou o resto de seus dias a peregrinar através da Índia em pregação para difundir os seus ensinamentos.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

CONHECENDO OS ADJETIVOS



Geraldo Victorino de França (Voinho) 

              Adjetivos são palavras ou expressões que indicam as qualidades dos seres. Portanto, permitem a melhor compreensão dos substantivos.
              Quanto à sua formação, os adjetivos podem ser: a) primitivos - que não derivam de outras palavras, tais como bom, forte, feliz, etc.; b) derivados - que derivam de outras palavras, como brasileiro, famoso, carnavalesco, etc. Podem ainda ser: a) simples - branco,escuro, bonito,etc.; b) compostos - castanho-escuro, luso-brasileiro, bem-amado, etc.
               Outra classificação: a) adjetivos determinativos ou restritivos, quando indicam o ser de que se fala. Exemplos: minha casa, aquela casa; b) adjetivos qualificativos ou descritivos, quando indicam os atributos dos seres. Exemplos: casa grande, casa branca, casa baixa.
               Há também os adjetivos pátrios, que designam a nacionalidade ou lugar de origem. Exemplos: brasileiro, norte-americano, gaúcho, londrino, etc.
               Os adjetivos podem exprimir graus de  superioridade ( mais alto, muito alto ), de igualdade ( tão alto ) ou de inferioridade ( menos alto, pouco alto ).
               Os adjetivos concordam com os substantivos em gênero e número. Exemplos: homem belo, mulheres belas.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

CONHECENDO OS TIPOS DE CAULE



Geraldo Victorino de França (Voinho)

          Caule é a parte da planta intermediária entre as raízes e as folhas. Geralmente é um órgão aéreo, mas assim como existem raízes aéreas, existem também caules subterrâneos.
           Os caules apresentam forma, estrutura e dimensões muito variáveis, podendo ser classificados em vários tipos: a) aéreos - tronco, estipe, colmo, volúvel, etc.; b) subterrâneos - bulbo, tubérculo, rizoma.
           1. Tronco. Caule lenhoso, geralmente ramificado, com os ramos providos de folhas. É encontrado nas árvores e arbustos.
           2. Estipe. Caule lenhoso, geralmente comprido e cilíndrico, não ramificado, com um tufo de folhas na extremidade superior. É o caule das palmeiras.
           3. Colmo. Caule com nós bem definidos e entrenós maciços ( cana-de-açúcar ) ou ocos ( bambu ). É o caule típico das Gramíneas.
           4. Haste. Caule de pouca consistência, herbáceo ou fracamente lignificado, encontrado nas ervas.
           5. Caule volúvel. Caule trepador, que cresce enrolando-se em um suporte que pode ser  outra planta. Exemplos: maracujá, cipós, etc.
           6. Cladódio. Caule achatado, verde  e sem folhas, como o dos cáctos.
           7. Estolho ou estolão. Caule rastejante, que emite raízes para baixo e brotos e folhas para cima. Exemplos: gramas, morangueiro, etc.
           8. Bulbo.Caule subterrâneo com gemas protegidas por catófilos ( folhas modificadas ), que armazenam reservas. Exemplos: alho, cebola, etc.
            9. Tubérculo. Caule subterrâneo, intumescido por conter reservas amiláceas. Exemplos: batatinha, cará, etc.
           10. Rizoma. Caule subterrâneo, de forma semelhante a uma raiz, com função armazenadora de reservas. Emite raízes adventícias  para a terra e folhas para a parte aérea. É  o  caule característico das Pteridófitas, como a samambaia. Encontrado também no bambu  e  na bananeira.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

CONHECENDO A LENDA DO CURUPIRA



Geraldo Victorino de França (Voinho)

                       O Curupira é uma criatura do folclore brasileiro. É geralmente representado como um menino escurinho, de cabelos compridos e vermelhos, com os pés invertidos - dedos para trás e calcanhares para frente. É o protetor das árvores e dos animais que habitam as florestas, espantando os lenhadores e os caçadores..
                      Não é um gênio bom, é antes enganador. Seus pés virados para trás deixam rastros falsos no chão, iludindo os perseguidores.
                       Engana-os com assobios e sinais falsos, sendo considerado um " gênio da mentira ". Gosta de fumo e pinga; e tem medo da cruz, mudando de itinerário se encontra alguma.
                      Por sua vez, os lenhadores e caçadores procuram suborná-lo com oferendas deixadas em lugares estratégicos.
                      A sua lenda é bastante difundida no Brasil e nos países vinhos, mas suas características variam . Em algumas versões o Curupira; em outras, tem orelhas enormes ou é totalmente calvo, podendo ou não, portar um machado.

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

ESCLARECENDO ALGUMAS DÚVIDAS



Geraldo Victorino de França (Voinho)

                       a) Por que ocorrem as fases da Lua?
                       A forma real da Lua é uma esfera. A Lua gira em torno da Terra e ambas giram em torno do Sol. Conforme a posição que a Lua se encontra, em relação ao observador terrestre e o Sol, adquire aspectos diferentes, chamados fases da Lua. As principais são quatro: lua nova, quarto crescente, lua cheia e quarto minguante.
                      Quando a Terra fica entre a Lua e o Sol, vê-se uma das metades completamente iluminada ( lua cheia ). Se, ao contrário, a Lua fica entre a Terra e o Sol, não vemos a face iluminada, que fica do outro lado do observador ( lua nova ). Quando a Lua se coloca em posições intermediárias, só vemos pequenas partes da face iluminada ( quarto crescente e quarto minguante ).
                       b) Por que a maioria dos países islâmicos tem o nome terminado em " istão " ?
                       Presente no nome de países islâmicos como Afeganistão, Cazaquistão e Uzbequistão, o sufixo " istão " vem da raiz iraniana " stam", que significa lugar, país.
                       c) Por que os catarinenses são chamados de " barriga-verdes " ?
                       A explicação é a seguinte: os catarinenses são " barriga-ver-des de tanto tomar erva-mate.


Profª Zilda e Dr. Profº França

Profª Zilda e Dr. Profº França

Esta é a mais nova netinha do Voinho, a Maria Valentina

ORAÇÃO DOS ANIMAIS DA POETISA IVANA M F NEGRI DECLAMADA POR BETTY GOFFMAN NO DOMINGÃO DO FAUSTÃO