"VOINHO"
Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.
“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.
Aprenda com o Voinho
Aprenda com o Voinho
Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)
Aprendendo com o Voinho
by Mara Bombo
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
MEU PAI - Ivana Maria França de Negri

MEU PAI
Ivana Maria França de Negri
As ondas rebentavam na praia.
O mar era imenso, e eu tinha medo...
Mas meu pai segurava minha mão
e eu me sentia segura
À noite, os pesadelos infantis me atormentavam
Meu pai me aninhava em seus braços,
cantava lindas canções de ninar,
e eu adormecia...
O mundo lá fora era aterrador,
e havia muita maldade...
Mas meu pai me protegia,
e seu amor era maior que o mar,
maior que os pesadelos,
e eu podia enfrentar o Mundo!
E eu fui crescendo,
e compreendendo,
quão poderoso é o Amor!
Ivana Maria França de Negri
As ondas rebentavam na praia.
O mar era imenso, e eu tinha medo...
Mas meu pai segurava minha mão
e eu me sentia segura
À noite, os pesadelos infantis me atormentavam
Meu pai me aninhava em seus braços,
cantava lindas canções de ninar,
e eu adormecia...
O mundo lá fora era aterrador,
e havia muita maldade...
Mas meu pai me protegia,
e seu amor era maior que o mar,
maior que os pesadelos,
e eu podia enfrentar o Mundo!
E eu fui crescendo,
e compreendendo,
quão poderoso é o Amor!
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POESIAS
sábado, 5 de setembro de 2009
TU TE LEMBRAS, PAI?... Ivana Maria França de Negri
Tu te lembras, pai?...(Ivana Maria França de Negri)
Tu te lembras, pai?...
Do meu pé de gabirobas?
Dos meus medos infantis?
Do meu mundo de bruxas e fadas?
Da minha primeira gatinha
e do arranhão no nariz?
Tu te lembras, pai?...
Da fitinha vermelha?
Do “Colégio Imaculada Conceição”?
Do “Tutu Marambá”?
Do cãozinho Boby
e da mordida que deu em minha mão?
Ah, meu pai! Eu me lembro tão bem...
Cresci,
de certo modo, sobrevivi...
Mas de tua doce presença
juro, jamais me esqueci!
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