"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

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Aprendendo com o Voinho

Aprendendo com o Voinho
by Mara Bombo

terça-feira, 9 de março de 2010

Meu pai de ontem e de hoje

(voinho, a namorada Zilda, as irmãs dele e uma das irmãs da voinha, Vivica, passeando na praça no final dos anos 40)

Meu pai de ontem e de hoje
(pequena crônica para um grande pai)
Ivana Maria França de Negri


Mergulhando nas doces lembranças da minha longínqua infância, vem-me a nítida imagem de meu pai, bem jovem ainda, vestindo impecável terno de linho branco, sapatos bicolores, cabelos escuros fixados com perfumada brilhantina.
Tímida garotinha, conduzida por sua mão, sentia-me poderosa, nada de ruim me atingiria, pois tinha a proteção de meu herói.
Hoje, cabelos brancos de paz e a tranquilidade do dever cumprido.
Da feliz trajetória de várias décadas de união conjugal, real história de amor verdadeiro, quatro filhos criados e onze netos queridos.
Meu coração se enternece, agradecendo a Deus em preces, e meu amor por meu pai, só faz aumentar mais e mais.


(crônica publicada na coluna da Maria Cecília Bonachella, Palavras & Versos, em agosto de 2001)

3 comentários:

Ivana Marisa Altafin disse...

Que lindo Ivana,
Feliz de você que ainda tem seu pai!!!Me lembrei tanto do meu pai com essa crônica, lágrimas cairam dos meus olhos. Meu pai não tinha estudos, mas tinha caráter, era muito trabalhador, era meu herói e assim como você, eu era tímida e ao lado do meu pai eu me sentia segura e protegida. Que saudade danada do meu pai, que infelizmente morreu tão jovem. Um abraço para o voinho que é muito elegante e bonito. Um abraço!

Mel Redi disse...

LINNNDO TEXTO, ELABORADO COM TODO CORAÇÃO!! PARABÉNS! ISTO ME DÁ UMA SAUDADE DO MEU PAI!! Bj Mel

Richard Mathenhauer disse...

Ivana,

Que grande coisa é termos do que lembrar, e lembrar do que é bom e nos faz e fez felizes!

Parabéns pelo texto.

Profª Zilda e Dr. Profº França

Profª Zilda e Dr. Profº França

Esta é a mais nova netinha do Voinho, a Maria Valentina

ORAÇÃO DOS ANIMAIS DA POETISA IVANA M F NEGRI DECLAMADA POR BETTY GOFFMAN NO DOMINGÃO DO FAUSTÃO

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