"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

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Aprendendo com o Voinho

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by Mara Bombo

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Conhecendo raio, relâmpago e trovão

CONHECENDO RAIO, RELÂMPAGO E TROVÃO
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Raio, relâmpago e trovão são fenômenos atmosféricos que ocorrem antes ou durante tempestades, causados por descargas elétricas entre nuvens ( relâmpago ) ou entre uma nuvem e o solo ( raio ), acompanhados de um estrondo ( trovão ).
O raio ocorre quando uma nuvem, carregada de eletricidade estática, atinge um potencial eletrostático tão elevado que a camada de ar existente entre ela e o solo deixa de ser isolante, permitindo assim, que uma descarga elétrica a atravesse e atinja o solo. Já o relâmpago é uma descarga entre nuvens. Essas descargas elétricas produzem um clarão, geralmente em zigue-zague.
O trovão é o som que acompanha a violenta expansão do ar quando é rapidamente
aquecido. Devido à diferença de velocidades da luz e do som, quando o raio ou relâmpago ocorre a grande distância do local de observação, o trovão é ouvido alguns segundos depois do clarão.
As partes salientes da superfície terrestre ( árvores, edifícios ) atraem os raios que procuram chegar ao solo. Por isso, para evitar o perigo de incêndio, no topo dos edifícios altos colocam-se pára-raios, que atraem os raios e os conduzem para placas metálicas enterradas no solo.

Um comentário:

Anônimo disse...

Eu sempre tive curiosidade de saber como surgiam os trovões os relampagos e os raios depois que vi esse blog me impressionei.

Profª Zilda e Dr. Profº França

Profª Zilda e Dr. Profº França

Esta é a mais nova netinha do Voinho, a Maria Valentina

ORAÇÃO DOS ANIMAIS DA POETISA IVANA M F NEGRI DECLAMADA POR BETTY GOFFMAN NO DOMINGÃO DO FAUSTÃO

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