"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

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Aprendendo com o Voinho

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by Mara Bombo

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Conhecendo a lenda do Boitatá

CONHECENDO A LENDA DO BOITATÁ
Geraldo Victorino de França (Voinho)

O Boitatá é uma criatura do folclore brasileiro, uma versão do mito explicativo do fogo-fátuo, existente em quase todas as culturas.
Fogo-fátuo é uma chama rápida e fugaz que ocorre nos lugares onde se decompõe a matéria orgânica, como nos pântanos. É produzido pelas emanações de gases inflamáveis espontaneamente.
Na Alemanha é chamado " Irlicht "; na Inglaterra é o " jack night lantern " que, em forma de fantasma, guiava os viajantes pelos charcos; na França é o sinistro " moine des marais " ( monge dos banhados ); em Portugal são as " alminhas ", as almas dos meninos pagãos ou almas penadas pagando seus pecados.
No Brasil, recebeu a denominação de " boitatá " ( do tupi " boi " = cobra; e " tatá " = fogo ), ou seja, cobra de fogo ou assombração luminosa que vagueia pelos campos, protegendo-os contra aqueles que querem incendiá-los.
A lenda do boitatá ou fogo-fátuo recebe, no Nordeste Brasileiro, a denominação de " fogo-corredor ". O escritor Câmara Cascudo relata que os pescadores de caranguejos o viam frequentemente, bailando sobre a lama dos manguezais.

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Profª Zilda e Dr. Profº França

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