"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Aprendendo com o Voinho

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by Mara Bombo

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Conhecendo as camuflagens

CONHECENDO AS CAMUFLAGENS
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Camuflagem é a maneira pela qual muitos animais usam sua forma e coloração para se esconder de seus predadores, ou para evitar que as presas fujam. Assim, as listras das zebras e as manchas das girafas tornam esses animais pouco visíveis nas savanas, onde habitualmente vivem, especialmente ao anoitecer, quando o ataque dos predadores é mais provável.
Por outro lado, a pelagem manchada do leopardo o dissimula muito bem nas regiões arborizadas onde caçam, permitindo-lhe aproximar-se sorrateiramente de suas presas.
O desenho malhado das asas de muitas mariposas torna esses insetos difíceis de serem vistos pelas aves.
Muitos peixes têm a parte superior do corpo mais escura e a inferior clara, para contrabalançar o efeito da luz que vem de cima.
Alguns animais, como o camaleão, desenvolveram um mecanismo que lhes permite mudar de cor para confundir-se com o ambiente.
A camuflagem também pode ser feita a partir de uma semelhança com objetos do ambiente. Assim, o bicho-pau pode assemelhar-se a um galho seco; e algumas borboletas possuem listras que se parecem com as nervuras das folhas em que pousam.

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Profª Zilda e Dr. Profº França

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