"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Aprendendo com o Voinho

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by Mara Bombo

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

CONHECENDO OS ANFÍBIOS


Geraldo Victorino de França ( Voinho)

Anfíbios é uma classe do ramo Vertebrados que inclui animais que passam parte da sua vida na água e parte em terra ( do grego" amphi " = duas; e "bios " = vida ). Os zoólogos, baseados na sua estrutura e função, colocam os anfíbios numa posição intermediária entre os peixes e os répteis.
Os anfíbios, os mais antigos dos vertebrados que conquistaram a terra, chegaram a atingir grandes dimensões, mas atualmente sobrevivem formas menores, distribuídas em 3 sub-classes: a) Ápodes, de corpo vermiforme, sem membros locomotores, como as cobras-cegas ou cecílias; b) Urodelos, com corpo apresentando cabeça, tronco e cauda distintos, com membros locomotores, representados pelas salamandras e tritões; c) Anuros ou Batráquios, com cabeça e tronco fundidos, sem cauda, com membros anteriores curtos e os posteriores muito desenvolvidos, exemplificados pelos sapos, rãs e pererecas.
Os anfíbios não são animais fortes nem rápidos, embora as rãs possam deslocar-se com certa facilidade. Alguns possuem glândulas cutâneas venenosas, como o sapo-bufo.
Embora os anfíbios vivam a maior parte da sua vida em ambiente terrestre, na época da reprodução voltam à água e nela realizam a postura, fecundam os ovos e desenvolvem-se as larvas ou girinos, que se alimentam principalmente de substâncias vegetais. Uma vez completado o desenvolvimento, abandonam a água e passam a viver em terra.
Os anfíbios adultos alimentam-se de insetos, minhocas, peixinhos e crustáceos. De modo geral, são úteis à agricultura por comerem insetos. No Japão come-se a salamandra-gigante e em muitos países, inclusive o Brasil, comem-se as rãs.

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