"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, 4 filhos, 12 netos e três bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

CONHECENDO OS LÍQUENS


Geraldo Victorino de França ( Voinho)

Líquens são vegetais criptogâmicos formados pela associação simbiótica de um fungo filamentoso e uma alga microscópica cujas células se alojam numa camada interna do fungo. A alga, do tipo azul-esverdeada, contém clorofila que realiza a fotossíntese, o que permite ao líquen viver num meio puramente mineral. Por outro lado, o fungo proporciona ao líquen resistência contra a seca, fornecendo-lhe água e sais
minerais.
O talo ou corpo vegetativo de líquen pode assumir várias formas: foliáceo, filamentoso, crustáceo, gelatinoso. Graças à simbiose, os líquens podem sobreviver em lugares os mais inóspitos, tais como: em florestas, no tronco ou nos ramos das árvores; na superfície de pedras e muros; em altas montanhas; em regiões desérticas; e até nas regiões árticas ( tundra ).
Os fungos associados produzem esporos e assim os líquens se reproduzem, espalhando-se pelas células do talo em pequenos pedaços secos, que são separados dos líquens-pais pelo vento.
São conhecidas cerca de 35.000 espécies de líquens. Nas regiões árticas os líquens constituem o alimento de inverno das renas.

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