"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

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Aprendendo com o Voinho

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by Mara Bombo

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

CONHECENDO O MIMETISMO


Geraldo Victorino de França (Voinho)

               Dá-se o nome de mimetismo ao fenômeno pelo qual um ser vivo apresenta características de outro ser vivo, pertencente a  uma classe diferente; ou, ainda, exibe a mesma coloração ou outros aspectos gerais do ambiente.
               Chama-se modelo o animal, vegetal ou detalhe do ambiente que é copiado; e mímico ou ser mimético o animal ou vegetal que toma a aparência do modelo.
               O mimetismo é mais freqüente entre os animais, podendo distinguir-se dois tipos: a) homocromia ou semelhança com a cor do modelo; b) homotipia, que é a aquisição da forma do modelo.
                O camaleão e a perereca-verde são exemplos do primeiro caso, enquanto a borboleta vice-rei, que imita a forma da borboleta-monarca, é um bom exemplo do segundo caso.
                Um fato interessante é o de vários caranguejos, que disfarçam o corpo com material  do ambiente - suas carapaças são recobertas por algas, esponjas, etc.
                Os casos de mimetismo são numerosos e de grande diversidade. Em geral, presas 

indefesas mimetizam espécies melhor defendidas ou de sabor repulsivo para seus predadores; predadores também mimetizam espécies inofensivas, para mais facilmente apanharem  suas presas.

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Profª Zilda e Dr. Profº França

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