"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

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Aprendendo com o Voinho

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by Mara Bombo

segunda-feira, 10 de março de 2014

CONHECENDO A CAMADA DE OZÔNIO


Geraldo Victorino de França (Voinho)

          Dá-se o nome  camada de ozônio à porção da estratosfera situada situada a cerca de
20 km acima do nível do solo, na qual o gás ozônio ( O3 ) encontra-se em maior concentração.
          O ozônio é produzido pela ação da luz ultra-violeta proveniente do Sol sobre o oxigênio  ( O2 ) da atmosfera.
          A camada de ozônio protege a Terra dos efeitos nocivos dos raios ultra-violetas sobre o desenvolvimento da vida vegetal e animal.  Mas pode ser decomposta por reações químicas que envolvem clorofluorcarbonatos ( CFC ), que até recentemente eram amplamente utilizados nas indústrias como propelentes de " sprays ", como fluidos de sistemas de refrigeração e na produção de embalagens de espuma.
                A conscientização internacional sobre o surgimento de um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida, na década de 80, levou a um movimento pela proibição de produtos baseados nos CFCs. Em 1987 foi assinado o Protocolo de Montreal, um documento avalizado por mais de 40 países, visando limitar o uso dessas substâncias. Entre as principais deliberações do protocolo estava um plano de redução da produção de CFC até 1.999, de modo a atingir então, metade da produção de 1.986.
                Em 1.989, durante o Encontro da Comunidade Européia, realizado em Bruxela, decidiu-se reduzir o consumo de CFC a 85% dos números atuais o mais breve possível , e a 100%  até a virada do século.

                Alguns relatórios recentes têm apontado a presença de novos buracos na camada de ozônio da Antártida, o que mobilizou esforços na  Europa, visando um novo acordo que agilize  o fim do consumo de CFC no mundo.

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Profª Zilda e Dr. Profº França

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