"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

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Aprendendo com o Voinho

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by Mara Bombo

segunda-feira, 23 de maio de 2016

CONHECENDO A DISPERSÃO DAS SEMENTES


Geraldo Victorino de França (Voinho)

              As plantas desenvolveram numerosos processos para garantir a dispersão de suas sementes, dotando-as de estruturas diversas, adequadas ao transporte por vários agentes, como vento, água, animais e até a própria planta-mãe.
             Algumas sementes , como as das orquídeas,  são produzidas em grande número e são tão pequenas  e leves que basta uma brisa para dispersá-las. Outras possuem estruturas que facilitam a sua dispersão pelo vento, desde os minúsculos paraquedas do dente-de- leão, até as expansões aladas dos pinheiros e paineiras.
              Muitas sementes dependem dos animais para sua distribuição. Neste caso, apresentam ganchos ou espinhos que se prendem aos pelos dos animais ou às roupas do próprio homem, como as sementes do picão, do carrapicho e do cardo.
              Outras sementes flutuam na água, sendo transportadas pelas correntes líquidas.
               Certas plantas dispersam suas sementes arremessando-as à distância, como acontece com as cápsulas de Oxalis que, ao amadurecer, se contrai, atirando para longe as sementes contidas no seu interior.
Muitas Leguminosas também libertam suas sementes abrindo as vagens de modo brusco.

               Contudo, apesar das adaptações para garantir a dispersão, muitas sementes têm reduzida possibilidade de germinar, ou porque caem em lugares pedregosos ou estéreis, ou porque são consumidas pelos pássaros e outros animais, ou pelo próprio homem.

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Profª Zilda e Dr. Profº França

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