"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

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Aprendendo com o Voinho

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by Mara Bombo

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Conhecendo o Mito de Cleópatra

CONHECENDO O MITO DE CLEÓPATRA
Geraldo Victorino de França (Voinho)

Cleópatra foi a última rainha do antigo Egito. Subiu ao trono aos 17 anos, juntamente com seu irmão Ptolomeu XIII, com quem, segundo o costume egípcio, deveria se casar. Alguns anos mais tarde, privada de qualquer autoridade real, exilou-se na Síria, de onde começou a se preparar para reaver seus direitos pela força das armas. Nesta altura, Júlio Cesar, que seguira Pompeu até o Egito, foi seduzido pelos encantos de Cleópatra, lutando a seu favor na guerra civil que se seguiu. Ptolomeu foi derrotado e morto , sendo Cleópatra reconduzida ao trono, com seu irmão menor, Ptolomeu XIV, então com 11 anos de idade. Não houve relacionamento sexual nesse casamento.
Três anos mais tarde, quando Ptolomeu reclamou sua parcela de autoridade, foi envenenado por sua irmã, que levou ao trono Cesarion, filho de seus amores com Cesar. Dizem que Cleópatra testava a eficiência de seus venenos dando-os aos seus escravos.
Cleópatra viajou para Roma, onde foi recebida por Cesar, com quem viveu até o assassinato dele. Decidiu então voltar para o Egito, tornando-se amante de Marco Antonio, de quem recebeu vastos territórios, como a Judéia e a Arábia. Sua ligação com Marco Antonio e as doações que recebeu a tornaram impopular em Roma, do que se aproveitou Otávio para declarar guerra contra ela. A esquadra egípcia foi destroçada e Cleópatra fugiu para Alexandria, onde Otávio foi encontrá-la. Por proposta de Otávio, aceitou assassinar Antonio e convidou-o a com ela se encontrar em um mausoléu, para que pudessem morrer juntos. Marco Antonio suicidou-se na errônea suposição de que Cleópatra faria o mesmo, o que não aconteceu.
Otávio resistiu às seduções de Cleópatra, que então se matou fazendo-se picar por uma víbora, evitando assim o vexame de entrar em Roma como prisioneira de Otávio. Com ela findou a dinastia dos Ptolomeus e o Egito passou a ser província romana.
Cleópatra era considerada especialista na arte do amor. Teve seu primeiro amante aos 12 anos. Dizem que chegou a levar 100 homens para a cama em uma única noite.

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Profª Zilda e Dr. Profº França

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