"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

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Aprendendo com o Voinho

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by Mara Bombo

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

CONHECENDO AS AVES DE RAPINA

gavião

Geraldo Victorino de França (Voinho)

As aves são animais vertebrados ovíparos, isto é, que põem ovos. Possuem respiração pulmonar e sangue quente, maxilares revestidos por bicos córneos; seus membros posteriores são os únicos que servem para apoio no chão e locomoção terrestre, pois os anteriores foram transformados em asas, adaptadas para o vôo.
As aves de rapina, que contam cerca de 400 espécies, são carnívoras, dispondo de garras fortes e aduncas, e bico superior curvado e agudo. Possuem excelente aptidão para o vôo, desenvolvendo a atividade predadora em dois turnos: diurno e noturno. Aproximadamente 2/3 dessas aves são diurnas, incluindo: gavião, falcão, águia, condor e abutre; são ativas do amanhecer ao crepúsculo. O outro terço é constituído pelas corujas, que são caçadoras noturnas.
As corujas possuem face achatada e excelente visão noturna, sendo capazes de capturar um rato vivo na escuridão da noite.
A tática de ataque usada tanto por um gavião como por uma coruja é a mesma: descer em vôo vertical sobre a presa e golpeá-la com as garras aduncas. Os abutres geralmente não atacam as presas vivas, alimentando-se de carniça, por isso seus pés têm garras mais fracas.
Os gaviões, caçadores de aves menores, usam a tática de ataque de surpresa, podendo executar manobras rápidas. O serpentário, como o próprio nome indica, especializou-se em caçar serpentes e, por isso, suas longas pernas são protegidas por verdadeiras couraças. O minhoto, que come vespas, tem uma armadura protetora facial, feita de pequenas penas escamosas e duras. O gavião-caranguejeiro, que se alimenta de caramujos, tem um enorme gancho no maxilar superior.
Algumas aves têm tendência para a pirataria. As fragatas, por exemplo, costumam perseguir os atobás quando eles voltam da pesca no mar, obrigando-os a vomitar os peixes que engoliram.

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Profª Zilda e Dr. Profº França

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