"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

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Aprendendo com o Voinho

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by Mara Bombo

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

CONHECENDO AS ADAPTAÇÕES FOLIARES

foto Google

Geraldo Victorino de França ( Voinho)

               As plantas que vivem em condições anormais formam folhas que divergem do tipo normal. Também ocorrem, com freqüência, modificações das folhas para exercerem outras funções. Vejamos alguns exemplos:
               a) Folhas xeromorfas. São folhas coriáceas ou cerosas, comuns nas plantas de
regiões áridas e semi-áridas, como no Nordeste Brasileiro.
              b) Folhas higromorfas. São folhas delicada e com grande superfície foliar, comuns
nas plantas de regiões úmidas, como na Amazônia.
             c) Folhas de sombra e de sol. Na mesma árvore, podem ser encontrados dois tipos de folhas: no lado da sombra, folhas mais higromorfas - mais finas e com cutícula delgada;
e na parte exposta ao sol, folhas mais xeromorfas, com cutícula espessa e muitos estômatos.
             d) Folhas aquáticas. Nas plantas aquáticas, as folhas submersas divergem das folhas flutuantes. Estas são maiores, enquanto aquelas são menores e geralmente subdivididas.
             e) Folhas coletoras. Nas plantas epífitas ( que vivem sobre outras plantas ), desenvolvem-se dois tipos de folhas: as coletoras, que acumulam as substâncias húmicas que caem da copa das ´plantas hospedeiras; e folhas assimiladoras.
             f) Folhas insetívoras. Adaptadas para aprisionar insetos. São verdadeiras armadilhas, chamadas ascídios, que se encontram nas plantas insetívoras, como Drosera e Nepenthes.
              g) Escamas e brácteas. São folhas modificadas que protegem os brotos e as flores,
respectivamente.
              h) Espinhos e gavinhas. Os  espinhos são pecíolos enrijecidos, como a laranjeira; e as gavinhas, folhas com nervuras sem lâmia foliar, destinadas à fixação em suportes - plantas trepadeiras, como a ervilha.

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Profª Zilda e Dr. Profº França

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