"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

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Aprendendo com o Voinho

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by Mara Bombo

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

CONHECENDO AS PLANTAS TREPADEIRAS


Geraldo Victorino de França (Voinho)

              Chamam-se plantas trepadeiras aquelas que sobem apoiando-se em outras plantas ou em um suporte qualquer. Exemplos típicos são as lianas ou cipós, comuns nas florestas tropicais. Umas possuem caule volúvel, isto é, que vai se enrolando em torno do suporte, subindo  mais a cada volta que executam. Desse modo é que também sobem o feijoeiro e a glicínia.
                Outras lianas sobem com o auxílio de espinhos, que se prendem em tudo que lhes possa servir de suporte. A roseira e a unha-de-gato também sobem dessa maneira.
                Como exemplos de lianas trepadeiras podem ser citadas: cipó-chumbo, cipó-de-são-joão, guaranazeiro, etc.
                 Um caso interessante é o da hera, uma planta trepadeira muito comum em parques e jardins, que sobe até em paredes, com o auxílio de numerosas raízes adventícias.
                  Outro processo é utilizando-se de gavinhas, folhas e caules modificados que se prendem a suportes, enroscando-se como molas espirais. O pepino, o maracujá e a videira sobem dessa maneira.


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Profª Zilda e Dr. Profº França

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