"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Aprendendo com o Voinho

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by Mara Bombo

quinta-feira, 25 de julho de 2013

CONHECENDO AS AURORAS POLARES


Geraldo Victorino de França (Voinho)

           A s auroras são exibições de luz visível na atmosfera, à noite, constituindo um dos fenômenos mais belos que a natureza apresenta. Ocorre nas regiões próximas aos polos terrestres e, na maioria da vezes, nas latitudes em torno
de 60 graus.
            São uma conseqüência das erupções solares, durante as quais o Sol emite grandes
quantidades de partículas eletrizadas, tais como prótons e elétrons. Essas partículas, altamente  velozes, ao atingirem as proximidades da Terra, são desviadas pelo campo magnético terrestre para as regiões polares. Aí, ao penetrarem nas camadas superiores da atmosfera, são freadas,  o que provoca a excitação e ionização das moléculas de ar, originando a claridade que caracteriza as auroras polares.
                As auroras do hemisfério norte recebem o nome de " aurora boreal ", enquanto as do hemisfério sul, de " aurora austral ". Geralmente ocorrem a altitudes em torno de 100 km, assumindo diversas formas, desde arcos luminosos, bandas, cortinas, até formas difusas que  lembram nuvens.

                 Nas regiões mais próximas aos polos, frequentemente se apresentam como vastas cortinas luminosas, cuja parte inferior balança.

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Profª Zilda e Dr. Profº França

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