"VOINHO"

Geraldo Victorino de França é engenheiro agrônomo, professor aposentado da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Foi casado com a professora Zilda Giordano Victorino de França, tiveram 4 filhos, 12 netos e cinco bisnetas. Os verbetes surgiram como um hobby,enviados pela Internet aos filhos e netos. São curiosidades e notas explicativas sobre temas diversos. Como são assuntos interessantes e educativos, surgiu a ideia de compilá-los num livro. Muitos desses verbetes já foram publicados na Enciclopédia Agrícola Brasileira, editada pela Esalq/USP e também na coluninha PLANETA TERRA que era publicada aos sábados no Jornalzinho, suplemento infantil do JORNAL DE PIRACICABA. Também já colaborou na coluna PECADOS DA LÍNGUA, coordenada por Elisa Pantaleão, veiculada aos sábados no jornal A GAZETA DEPIRACICABA.
É membro da Academia Piracicabana de Letras - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior

“Voinho” é o apelido carinhoso como é chamado pelos netos e bisnetas.

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Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

Geraldo e Zilda ( Voinho e Voinha)

Voinho, neta e bisnetas

Aprendendo com o Voinho

Aprendendo com o Voinho
by Mara Bombo

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Feliz Natal Voinho!!!

Voinho com as bisnetas

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

CONHECENDO O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO


Geraldo Victorino de França (Voinho)

              Desenvolvimento econômico é uma expressão usada em Economia para designar  o crescimento econômico de longa duração e mudanças estruturais de um país, resultantes  da transição de uma sociedade de base tradicionalmente agrária para uma organização industrial moderna. De forma mais abrangente, desenvolvimento inclui os meios de erradicação da pobreza, da elevação da renda e da melhoria das condições e vida da população.
               As diferentes estruturas econômicas levam a uma classificação geral dos países em dois grupos: a) países subdesenvolvidos ou em  desenvolvimento, cuja economia tem como base uma indústria primária, ou seja, a agricultura e a  extração mineral; b) países desenvolvidos, com uma industrialização avançada.
               O principal critério para essa classificação é a renda " per capita ", que se obtém dividindo a renda nacional pelo número de habitantes. Assim, países super-povoados, como a China e a Índia,  têm maior dificuldade para se desenvolverem.
               As principais características do desenvolvimento são: a) aumento da industrialização;  b) diminuição da pobreza; c) elevação das opor-
tunidades de emprego.
               Além da renda " per capita ", outros critérios, de natureza social, foram propostos: a)  esperança de vida; b) mortalidade infantil; c) número de leitos de hospital por habitante; d) porcentagem de alfabetização; e) escolaridade; f) taxa de desemprego, etc.
               Usando somente o critério econômico da renda " per capita ", países como a Venezuela e o Kwaite seriam classificados como desenvolvidos; porém, aplicando os critérios sociais,  constata-se que, realmente, esses países não são desenvolvidos.
              Dentre os países desenvolvidos, alguns são antigos, como a Alemanha, a Inglaterra e a França; outros são relativamente novos, como Estados Unidos, Canadá e Austrália.
              Dentre os países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, alguns são antigos, como Egito, Índia e China; outros são relativamente novos, como Brasil, México e Nigéria.

             Caso interessante é o do Japão, país que apesar de ocupar uma área reduzida, praticamente sem recursos naturais, tem uma economia  altamente desenvolvida, baseada na importação de matérias-primas e exportação de produtos industrializados.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

CONHECENDO AS PLANTAS QUE NÃO PRODUZEM FLORES

Geraldo Victorino de França (Voinho)

               

 As flores são os órgãos de reprodução das plantas superiores, chamadas Fanerógamas Poré, existem muitas plantas que não produzem flores, chamadas plantas inferiores ou Criptógamas. Podem ser unicelulares, de tamanho microscópico, como as bactérias e parte das algas e  dos fungos; ou pluricelulares, podendo atingir algumas dezenas de metros de comprimento, como as algas pardas.
               As Criptógamas incluem: a) Talófitas, plantas primitivas de organização simples, muitas vezes unicelulares, abrangendo: algas, bactérias, fungos e liquens; b) Briófitas,´plantas de pequeno porte e organização rudimentar, incluindo os musgos e as hepáticas. c) Pteridófitas, plantas pouco evoluídas, tais como: samambaia, avenca, cavalinha, licopódio, etc.
               A reprodução de parte das Talófitas se dá por divisão celular; os fungos, as Briófitas e as Pteridófitas se reproduzem por meio de esporos,elementos capazes de germinar e reproduzir o indivíduo que o formou.
               Os esporos não contêm embriões, o que os distinguem das sementes das Fanerógamas. Geralmente, os esporos são formados de uma única célula e produzidos em grande número, sendo transportados pela água, pelo vento ou pelos animais.

                As Ginospermas constituem um grupo de transição para as plantas floríferas, caracterizando-se por produzirem sementes, em vez de esporos. Elas se distinguem por produzirem seus óvulos e sementes na superfície de uma folha  modificada e por não produzirem pétalas.

domingo, 8 de dezembro de 2013

CONHECENDO OS RECORDES DA NATUREZA


Geraldo Victorino de França ( Voinho)

           a) O maior continente é a Ásia, possuindo uma área de cerca de 44.500.ooo Km2.
           b) O maior oceano é o Pacífico, ocupando uma área de 165.696.000 Km2.
           c) A maior ilha é a Groenlândia, com superfície de 2. 175.600 Km2.
           d) A maior cordilheira á a Cordilheira dos Andes, na América do Sul, com 7.600 Km de extensão.
           e) O ponto mais alto é o Monte Everest, na Cordilheira do Himalaia, na fronteira entre Nepal e Tibete, com 8.844,43 metros acima do nível do mar.
           f) O ponto mais baixo é o Mar Morto,  situado na Ásia, entre Israel e Jordânia. A superfície da água está 396 metros abaixo do nível do mar.
          g) A montanha mais alta é Mauna Kea, no Hawaí, com 10.205 metros acima do fundo do Oceano Pacífico. A parte situada acima do nível do mar tem 4.205 metros de altura.
          h) O maior lago é o Mar Cáspio, situado entre Rússia e Irã, com superfície de 424.300 Km2.
          i) O lago mais alto é o Titicaca, no Peru, situado a 3.850 metros acima do nível do mar.
          j) O lago mais profundo é o Lago Baikal, na Rússia, que atinge 1.740 metros de profundidade.
           k) O maior golfo é o Golfo do México, com 1.502.200 Km2 de superfície.
           l) O maior rio em extensão é o Rio Nilo, na África, com 6.695 km de extensão.

           m) O rio mais volumoso é o Rio Amazonas no Brasil, com vazão de 200.000 - 240.000 m3/seg.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

CONHECENDO AS GALÁXIAS


Geraldo Victorino de França (Voinho)

              Galáxias são sistemas espaciais formados por bilhões de estrelas, unidas gravitacionalmente, geralmente associadas a grandes quantidades de gases e poeira cósmica. Observações feitas por meio de poderosos telescópios revelaram a existência de cerca de 1 bilhão de galáxias embora apenas outras três, além da nossa galáxia - a Via-Láctea, poderem ser vistas a olho nu.
               As galáxias podem ser classificadas em três grupos: elípticas, espirais e irregulares. As galáxias elípticas variam de esféricas a achatadas. A galáxia que inclui a constelação de Andrômeda é um exemplo de galáxia esférica.
               As mais comuns são as galáxias espirais, que apresentam um núcleo mais denso,envolvido por braços com abertura variável, nos quais se encontram aglomerados de estrelas.
Associada a tais aglomerados existe grande quantidade de poeira cósmica e gases, principalmente hidrogênio. A Via-Láctea, que contém o sistema solar, é um exemplo de galáxia espiral.
                 As galáxias irregulares são aquelas cuja forma não é elíptica nem espiralada; e são mais ricas em nuvens de gases e poeira.
                  As galáxias se distribuem no universo de maneira mais ou menos uniforme, com
tendência `a formação de aglomerados. Assim, por exemplo, a nossa galáxia, a grande galáxia de Andrômeda e as galáxias irregulares conhecidas como " Nuvens de Magalhães", constituem um aglomerado contido numa enorme região

com cerca de 1 milhão de anos-luz de diâmetro.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

APRENDENDO COM O VOINHO

 
Aprendendo com o Voinho- volume 3
O terceiro livro da série APRENDENDO COM O VOINHO já está pronto.
Com prefácio da presidente da Academia Piracicabana de Letras, Maria Helena Corazza, e ilustrações dos filhos, netos e bisnetas.
E a enciclopédia não pára por aí. Logo será editado o volume quatro.
Parabéns, Voinho! Cultura nunca é demais!
Aprendendo com o Voinho - volume 1
Aprendendo com o Voinho - volume 2

terça-feira, 19 de novembro de 2013

CONHECENDO AS PENAS DAS AVES


Geraldo Victorino de França (Voinho)

          A principal característica que distingue as aves de outros animais é o fato de possuírem penas. O conjunto das penas de uma ave recebe o nome de plumagem. Todas as aves possuem penas e nenhum outro animal as possui. Próximo à pele há uma camada de penas macias e finas, chamada penugem.
      As penas são órgãos epidérmicos, nascidos no fundo de um folículo análogo ao do pelo dos mamíferos. São compostas de um canudo córneo, oco na base, em seguida cheio e orlado de duas séries de filamentos ou barbas ( ramos  de primeira ordem ) que, por sua vez, são providos de bárbulas ( ramos de segunda ordem ).
         As penas do corpo ( tetrizes ) são impermeáveis ao ar e à água; as grandes penas das asas ( rêmiges ) sustentam a ave durante o voo; e as penas da cauda ( retrizes ) servem de leme. Certas aves têm penas de tipo especial, como o pavão macho e o avestruz.
           
As aves têm necessidade de renovar a plumagem, pelo menos uma vez por ano; em geral, no fim do verão,depois da época da reprodução. As penas não são mudadas simultaneamente, para não prejudicar o voo. Os patos, gansos e outras aves aquáticas são as únicas que trocam  todas as penas de uma vez e, por isso, não voam durante o período de muda.

                 A coloração da plumagem é muito variada: algumas têm cores vivas, como a arara e  o papagaio. Geralmente os machos possuem penas de cores mais bonitas e vistosas que as fêmeas. Algumas espécies possuem plumagem cuja cor varia conforme a estação do ano.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

CONHECENDO OS TROPISMOS DAS PLANTAS


Geraldo Victorino de França (Voinho)

             Tropismo é o nome dado à orientação de crescimento promovido em um eixo vegetal  ( raiz, caule ) por um estímulo externo como: a) gravidade - geotropismo; b) luz - fototropismo. Diz-se que o tropismo é positivo quando o crescimento se dá em direção ao estímulo; e negativo, quando em direção contrária.
     Assim, a raiz apresenta geotropismo positivo e fototropismo negativo, enquanto o caule possui fototropismo positivo e geotropismo negativo.
       A reação de enrolamento em torno de suportes, chamada de haptotropismo, é própria dos caules volúveis e das gavinhas.

        Outro tropismo é o provocado por substâncias químicas, chamado quimiotropismo. Assim, os tubos polínicos são dirigidos, no seu crescimento, por substâncias secretadas pelo órgão feminino da flor.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

CONHECENDO A FAUNA DA EUROPA E DA AUSTRÁLIA


Geraldo Victorino de França (Voinho)

              1. Fauna da Europa
             A vegetação e a fauna do continente europeu sofreram grande influência da ação do
homem, de modo que as espécies de animais selvagens são raras.
              Ao norte, na faixa que era ocupada pela tundra - Escandinávia e norte da Rússia, encontram-se ainda: rena, alce, lobo, etc. A seguir, na faixa correspondente à taiga ou floresta de coníferas, encontram-se: lobo, urso-pardo, texugo, castor, etc. Nas áreas de floresta latifoliada encontram-se: esquilo, doninha, raposa, javali, etc.
Nos campos são encontrados: cervo, saiga, ouriço, porco-espinho, toupeira, faisão, perdiz, rouxinol, etc. Nos Alpes, nos Cárpatos e nas áreas de relevo montanhoso, encontram-se: marmota, cabrito-montês, águia, falcão, etc.
                 Nos rios, pântanos e lagos são  encontrados: salmão, truta, búfalo, lontra, cegonha, garça, etc. A fauna marinha da costa do Atlântico é representada por: foca, morsa, anchova, bacalhau, camarão, etc.
                 2. Fauna da Austrália
               Devido ao seu isolamento, a fauna do continente australiano é rica em espécies peculiares. Dentre os mamíferos superiores,  só são encontrados o javali e o dingo. Os marsupiais são numerosos: canguru, esquilo-voador, rato-canguru, coala, etc. Outros animais peculiares são: ornitorrinco, équidna, cacatua, casuar, ema, kiwi, vombate, ave-do-paraiso, diabo-da-Tasmânia, etc. Também são encontrados: cisne-negro, rato, morcego, etc.


terça-feira, 5 de novembro de 2013

CONHECENDO A FLORA DA EUROPA E DA AUSTRÁLIA


Geraldo Victorino de França (Voinho)

               A. Flora da Europa
                As várias paisagens vegetais da Europa estão correlacionadas com os tipos de clima; porém, sofreram forte influência da ação do  homem. As principais são as seguintes:
                1. Tundra. Ao norte, numa faixa de 200 - 300 km na orla do oceano, encontra-se a
tundra - uma vegetação rasteira formada por  musgos, liquens e bétulas anãs.
                2. Taiga. À medida que a temperatura se eleva, surge a taiga ou floresta de coníferas ( pinheiros, abetos, etc. ), encontrada na Suécia, Noruega e norte da Rússia.
                3. Floresta latifoliada. Ao sul da taiga, começa a floresta latifoliada ( de folhas  largas ), que adquire maior expressão na costa do Atlântico, a qual é constituída  principalmente por castanheira, faia e carvalho.
                 4. Floresta mista de latifoliadas e coníferas. Esta formação vegetal predomina
na Europa Central.
                 5. Floresta mediterrânea. Na parte sudeste do mar Mediterrâneo ocorre a chama-
da floresta mediterrânea perenifólia ( de folhas perenes ), com predominância de carvalho,  sobreiro e túia.
                  6. Estepe. Na região sudeste da  Europa, onde o clima se torna mais seco, aparece a estepe, formada por gramíneas baixas  e plantas espinhentas.
                 B. Flora da Austrália
               Acompanhando a distribuição dos climas, a vegetação australiana se apresenta em
zonas concêntricas, em torno do deserto. Na zona árida, situada na região central, existe o deserto de areia e pedra. A vegetação varia de acordo com a pluviosidade: ao norte do deserto aparece a estepe rarefeita, seguida por uma savana de gramíneas baixas e acácias.

                 A zona árida, na parte ocidental, estende-se até quase a costa. No litoral norte, correspondendo à zona chuvosa, aparece a floresta tropical densa; e na costa sudeste, onde  ocorrem chuvas moderadas durante todo o ano, encontra-se a floresta mista, com predominância  de eucaliptos .

Profª Zilda e Dr. Profº França

Profª Zilda e Dr. Profº França

Esta é a mais nova netinha do Voinho, a Maria Valentina

ORAÇÃO DOS ANIMAIS DA POETISA IVANA M F NEGRI DECLAMADA POR BETTY GOFFMAN NO DOMINGÃO DO FAUSTÃO